Pesquisa do PoderData divulgada nesta terça-feira (13) mostra empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno das eleições deste ano.
O senador aparece com 51% das intenções de voto, contra 49% do atual presidente — diferença que fica dentro da margem de erro do levantamento. O número leva em conta os votos válidos, quando são descontados os votos em branco e os votos nulos.
É o segundo levantamento após o primeiro turno das eleições, quando Flávio registrou 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Na rodada anterior do estudo, publicada na última quinta-feira (8), o placar foi de 53% a 47%, com o liberal na frente.
A pesquisa foi feita entre sábado (10) e segunda-feira (12), com entrevistas a 3.000 eleitores, em 686 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob o número BR-01209/2026.
Pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta terça-feira (13) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em um cenário estimulado de segundo turno. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados, quando considerados os votos válidos.
Cenário de votos válidos
Considerados os votos nulos e brancos e pessoas que não responderam, Flávio tem 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula.
Brancos, nulos e eleitores que não souberam ou não responderam somam 7%. Veja os números:
A pesquisa foi feita por telefone entre os dias 10 e 12 de outubro, com 2.002 eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-07997/2026.
Evangelho (Lc 11,27-28)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
- Feliz quem ouve e observa a palavra de Deus!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 27 enquanto Jesus falava, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e lhe disse: "Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram". 28 Jesus respondeu: "Muito mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática".
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
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10 de Outubro - sexta-feira
A NOBREZA DO AMOR! - Globo
Omar atinge Jendal, e Tonho impede o turco antes do golpe fatal. Jendal ordena que seus guardas persigam Omar e Tonho, que conseguem fugir. Onildo é convocado para ajudar Jendal. Alika se irrita com a atitude impulsiva de Omar e afirma que o amigo estragou a fuga de todos. José/Zambi, Dumi e Kênia festejam os ganhos do movimento junto aos rebeldes de Batanga. Pascoal prende Zuri, e Gamba tenta tranquilizá-la. Mirinho explica a Manoel seu plano de salvar Alika de Jendal e fugir com ela. Salma pede notícias de Omar e seus amigos a Ana Maria. Severino diz a Mirinho que descobriu o esconderijo de Alika e Tonho.
POR VOCÊ - Globo
Bela acusa Nair de racismo e chama a polícia. Manoel revela que também sofre de doença renal e faz diálise há algum tempo. Gabriel, Guto, Nelma e Kátia apoiam a decisão de Bela de denunciar Nair. Vitor acolhe Bela. Vanessa questiona a atitude de Bela de chamar a polícia no hospital, e Giovana confronta a chefe. Glorinha marca um lanche com amigas da escola e elas furam sem avisá-la. Leandra e Toy se aproximam. Próspero se voluntaria para atuar ao lado de Melinda no hospital. Bela conta aos filhos de Juli sobre ocorrido no hospital, e os irmãos e Lucas a apoiam. Glorinha e Hanna desabafam sobre suas amizades. Margô percebe um nódulo em seu corpo. Lucas consola Bela. Vitor pede Leandra em casamento.
QUEM AMA CUIDA - Globo
Pilar ordena que Tom não falhe em sua missão. Joel percebe que Diná sentia inveja de Francesca ao conversar com ela sobre sua mãe. Otoniel se nega a conversar com Enéas. Mau Mau recebe flores de Fernando. Elenice se desespera ao perceber que Tom a trancou em casa. André aceita investigar o passado de Diná, a pedido de Pedro. Tom avisa a Pilar que instalou um rastreador no carro de Pedro. Iuri percebe que Pilar pode estar tramando algo e conta a Adriana. Elenice se recusa a ir à delegacia com Dafne para denunciar Tom. Tom e seus comparsas seguem o carro de Pedro.
Gshow
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Horóscopo do dia
F5
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Afirma-se com critérios objetivos que nós estamos atravessando agora uma “mudança de época”, não apenas época de mudanças rápidas e profundas, como nos afirmava o Concílio Vaticano II. Nossa tendência natural é a de nos acomodar no pequeno mundo de nossos costumes e práticas tradicionais. O ninho quente de nosso mundo pessoal, familiar, ou institucional nos puxa a garantir a segurança, dificultando alçar voos para novos horizontes. Acolher as mudanças é sempre um risco necessário para quem quer superar a mesmice.
O poeta, filósofo e historiador alemão Friedrich Von Schiller diz: “Quem nada arrisca, nada tem direito a esperar”. Popularmente também se diz: “Quem nunca arrisca por medo de errar, já errou por não arriscar”. É mais fácil fugir do que arriscar. Porém, este tipo de atitude é uma das formas de trair nossa condição humana e nossa missão como cristãos no mundo e na história.
Dizia o Cardeal Pirônio: “Quem não é capaz de arriscar a própria segurança humana, ainda não aprendeu a ser cristão”. Não se trata de embrenhar-se em loucas aventuras, nem desperdiçar a própria vida na busca fugaz e superficial de novidades. Trata-se de assumir a cruz pascal como fonte inesgotável do que é sempre novo no Cristo Ressuscitado: “Eu faço novas todas as coisas” (Ap 21,5).
Diante dos riscos e desafios dos tempos novos, há uma única resposta: a fidelidade ao nosso momento. Este é o único tempo colocado por Deus à nossa disposição. “Minha alma está perturbada. E que direi? ‘Pai, livra-me desta hora? Mas foi precisamente para esta hora que eu vim” (Jo 12,27). Dar-nos conta da nossa hora e desejar administrá-la com alegre responsabilidade, é garantir que nossa passagem pela história não é vã, nem de mais alguém, mas de uma pessoa que é única, intransferível, livre e responsável.
Nesta hora de “mudança de época”, a Igreja e o mundo, somos agraciados por uma pessoa cristã que veio “do fim do mundo” para testemunhar a coragem da fé: o Papa Francisco. Sem ficar lamentando a idade, nem fugindo da hora crítica que nos envolve, toma em seus ombros a missão de alavancar a “reconstrução da Igreja” que se vê ameaçada por ruínas.
Em seu primeiro pronunciamento aos Cardeais dizia: “Chega de pessimismo!”. Na abertura do Congresso da Diocese de Roma recordou que “alguns cristãos parecem devotos da deusa lamentação”. Acrescentava que “é necessário dar um testemunho forte e ir em frente, mas também suportar as coisas que não podem mudar”. No mesmo momento convocava os presentes a sair de si mesmo e ir ao encontro das pessoas onde estivessem, como o Bom Pastor que arrisca deixar as noventa e nove ovelhas para procurar a perdida.
Prosseguindo seu pronunciamento e referindo-se ao momento da Igreja, o Papa Francisco afirmou: Hoje, “queridos irmãos, temos uma ovelha e noventa e nove estão desaparecidas. Vamos buscá-las! É mais fácil ficar em casa com uma ovelha, escová-la e acariciá-la... mas o Senhor nos quer pastores e não escovadores de ovelhas...”.
Frei Luiz Turra, ‘No Coração da Vida’, Programas Radiofônicos Vol. 03.
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Wikipédia
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Origens
São Daniel Comboni nasceu em Limone (Itália) em 1831. Único sobrevivente de oito irmãos, aos dez anos ingressou num internato de Verona. Quando tinha dezessete anos, ouvindo contar as vicissitudes dos missionários na África, decidiu dedicar sua vida à evangelização dos africanos.
Em 1854, foi ordenado sacerdote aos 23 anos de idade. Depois de uma cuidadosa preparação, estudando árabe, medicina, música, partiu para África em 1857.
Os Escravos na África
Estando lá, impressionou-se com a terrível situação dos escravos. A prática do tráfico de escravos estava de tal maneira arraigada, que, no Egito e no Sudão, o único local onde os escravos encontravam asilo eram as missões de Daniel Comboni.
Regresso à Itália
Após dois anos, teve de regressar à Itália. Porém, Comboni não desanima e idealiza um projeto que ele chamou “Plano para a regeneração da África”. A ideia central do projeto era salvar a África por meio dos próprios africanos. Propunha-se fundar escolas, hospitais e universidades ao longo de toda a costa africana. Nestes centros, se formariam os futuros cristãos, professores, enfermeiros, sacerdotes e religiosas, que depois penetrariam no interior, a fim de evangelizar as populações africanas e promover o seu desenvolvimento.
Fundador
Fundou, em 1867, o Instituto para as Missões na África, que deu lugar ao que hoje são os Missionários Combonianos. As comunidades que fundou seguem o modelo das reduções jesuítas na América Latina.
Em 1877, foi ordenado Bispo da África Central e, logo a seguir, ordenou a sacerdote um antigo escravo, primeiro padre africano daquele lugar, quando, na Europa, alguns ainda negavam ao africano a evidência de ser pessoa.
Missão
Grande missionário, Comboni era capaz de atravessar o deserto para fundar um centro missionário no sul do Sudão, como também empenhava-se em falar para associações missionárias, Bispos, em Paris, Colônia (Alemanha), com o objetivo de arrecadar auxílio econômico e de pessoal, organizando grupos e equipes de missionários para a Missão na África Central.
Páscoa
Morreu aos 50 anos, a 10 de outubro de 1881, no meio desta gente que tanto amou. No momento da morte, abençoou os seus companheiros dizendo: “Não temais; eu morro, mas a minha obra não morrerá”. Beatificado por João Paulo II a 17 de março de 1996, São Daniel Comboni foi canonizado pelo mesmo Sumo Pontífice em 5 de outubro de 2003.
Minha oração
“Grande protetor da África, estendei o cristianismo em meio ao continente, cuidai dos povos e dos seus descendência para que se encontrem com Jesus. Atraí vocação para dar continuidade ao teu trabalho evangelizador. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.”
Canção Nova
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O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (9), abaixo de R$ 5 pela segunda sessão consecutiva, enquanto a Bolsa brasileira renovou recordes históricos. A moeda estadunidense recuou cerca de 0,8% no dia e acumulou baixa de mais de 4% na semana pós-primeiro turno.

A bolsa avançou aproximadamente 1,4% no pregão e encerrou acima dos 209 mil pontos. No mercado internacional, o petróleo Brent subiu e permaneceu acima de US$ 100 por barril.
Números do dia:
O dólar comercial à vista encerrou a sessão desta sexta-feira em queda de 0,78%, cotado a R$ 4,985. Por volta das 13h, a moeda chegou à mínima de R$ 4,977.
Na primeira semana após o primeiro turno das eleições, a divisa acumulou desvalorização de 4,44% frente ao real. No ano, a queda chega a 9,18%.
O movimento ocorreu em meio à valorização de moedas de países emergentes e às expectativas dos investidores em relação ao cenário político brasileiro após a divulgação de pesquisas eleitorais.
O mercado também acompanhou a divulgação da inflação oficial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,82% em setembro. Em 12 meses, a inflação acumulou alta de 4,58%.
No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana diante de uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,08%, segundo uma das cotações divulgadas durante a tarde.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançou 1,38% nesta sexta-feira e fechou aos 209.066,90 pontos, novo recorde de encerramento. Durante o pregão, o indicador também atingiu a máxima histórica de 209.713,45 pontos.
Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 8,82%. O desempenho foi impulsionado pelo fluxo de investimentos para ações brasileiras e pelas expectativas em torno do cenário eleitoral e da política econômica a partir de 2027.
As bolsas de Nova York também fecharam em alta. O índice S&P 500, das 500 maiores empresas estadunidenses, avançou 0,60%, em uma sessão marcada pela expectativa com a temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre e pela atenção dos investidores aos próximos dados de inflação.
Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, com os investidores acompanhando os riscos de interrupção da oferta, as tensões no Oriente Médio e os efeitos de condições climáticas adversas sobre a produção norte-americana.
O barril do tipo Brent para dezembro, referência para as negociações internacionais, avançou 0,42% e encerrou a sessão a US$ 104,72.
O petróleo WTI para novembro, do Texas, subiu 0,39%, para US$ 91,85 por barril.
Na semana, o Brent acumulou valorização de 2,41%. O WTI avançou 0,81%.
Os preços foram sustentados pelas preocupações com a oferta global, em meio ao conflito no Oriente Médio e a relatos de incidentes em rotas estratégicas para o transporte de petróleo. Nos Estados Unidos, a passagem do furacão Isaias também levou produtores a interromper parte da extração no Golfo do México, aumentando as preocupações com o abastecimento.
* com informações da Reuters