Outubro 23, 2026

    Arimatea

    Arimatea

    Quem acompanhar o debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, nesta sexta-feira (23), poderá conferir, em tempo real, a checagem de informações apresentadas pelos candidatos durante o confronto, que vai ao ar às 21h20, na emissora Globo.

    A proposta é permitir que o público acompanhe análises e contextualizações de dados à medida que as declarações forem feitas, ampliando o acesso a informações verificadas na reta final da campanha eleitoral.

    Uma das iniciativas foi organizada por jornalistas, pesquisadores e entidades ligadas à comunicação e ao enfrentamento da desinformação.

    Segundo os organizadores, profissionais e instituições parceiras atuarão em uma sala virtual de checagem para analisar afirmações feitas pelos candidatos ao longo do debate.

    Participam da mobilização a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD), a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e a AletheiaFact.org.

    A iniciativa reúne também entidades como a Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar), a Socicom, a COAR Notícias e o Coletivo Bereia.

    As checagens serão transmitidas ao vivo pelos canais do YouTube da Fenaj e da RNCD:

    - Canal da Fenaj: https://www.youtube.com/@FENAJoficial
    - Canal da RNCD: https://www.youtube.com/@RNCDBRASIL

    Voto consciente
    De acordo com os organizadores, a proposta é complementar o trabalho desenvolvido por agências especializadas de checagem de fatos. A presidenta da FENAJ, Samira de Castro, afirmou que a iniciativa busca contribuir para o exercício consciente do direito ao voto em um ambiente marcado pela intensa circulação de conteúdos nas redes sociais.

    A criadora da RNCD, Ana Regina Rêgo, disse que a proposta pretende aproximar a checagem do momento em que as declarações são feitas e chegam ao público. Segundo ela, a iniciativa busca ampliar o acesso da população à informação confiável durante o debate para que os eleitores possam avaliar as falas dos candidatos de forma consciente.

    Já a presidenta da Intercom, Iluska Coutinho, afirmou que a comunicação e a pesquisa científica têm papel importante na defesa da democracia e no enfrentamento à desinformação.

    Debate anterior
    A iniciativa foi anunciada após o debate presidencial promovido pela Band no último domingo (18).

    Em nota divulgada após o confronto, a FENAJ criticou o formato do programa e avaliou que provocações e ataques prejudicaram o esclarecimento dos eleitores.

    Para a entidade, “o jornalismo não pode ser refém da lógica do espetáculo, da audiência a qualquer preço ou das estratégias de candidatos que desprezam o diálogo democrático”.

    A federação acrescentou que, “quando perguntas não são respondidas, afirmações falsas deixam de ser confrontadas e argumentos são substituídos por encenações, quem perde é a população brasileira”.

     
    Agência Brasil
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    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), liberou o uso da cota parlamentar para os deputados eleitos pagarem despesas com passagens aéreas e hospedagens antes mesmo da posse, em fevereiro de 2027.

    O ato de Motta, publicado nesta quarta-feira (21), autoriza reembolso de passagem aérea de ida e volta entre o estado de representação do eleito e o Distrito Federal e até quatro diárias de hospedagem para sessão preparatória e posse no mandato em janeiro do ano que vem.

    Também permite o pagamento de passagens aéreas de ida e volta e até três diárias e meia para cada eleito e um assessor para o Seminário de Ambientação para a próxima legislatura, previsto para novembro deste ano em Brasília.

    Conforme o texto, o ressarcimento será feito com recursos da cota parlamentar referente ao mês de fevereiro de 2027, o primeiro mês de exercício dos deputados eleitos.

    Motta tenta se manter como presidente da Câmara na próxima legislatura. Na semana passada, líderes e presidentes dos partidos que integram o Centrão divulgaram uma nota de apoio à reeleição do deputado para o comando da Casa. Integrantes do grupo avaliam que o resultado das urnas reforça a necessidade de união das legendas para conter o avanço do bolsonarismo no Legislativo.

    Nesta quarta, PSB e PDT também se declararam favoráveis à recondução de Motta à presidência da Câmara. No documento, os partidos apoiam a reeleição como forma de “manutenção da estabilidade institucional e do diálogo democrático”.

    Logo após o resultado do primeiro turno, no qual ficou à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que a direita terá, a partir de 2027, maioria para eleger os presidentes da Câmara e do Senado.

    Autorização é mais abrangente

    A autorização para reembolso com a cota parlamentar já havia sido feita por outros presidentes da Câmara. Entretanto, de forma menos abrangente.

    Em dezembro de 2018, o então presidente da Casa, Rodrigo Maia, autorizou o ressarcimento, com recursos da cota parlamentar de fevereiro de 2019, de uma passagem aérea para deslocamento até Brasília e até três diárias de hospedagem no Distrito Federal. O ato determinava que a despesa não poderia ser anterior a janeiro de 2019.

    Quatro anos depois, em dezembro de 2022, Arthur Lira, presidente da Câmara, autorizou o uso da cota parlamentar de fevereiro de 2023 para reembolso de uma passagem aérea para o deslocamento dos deputados eleitos até Brasília e de até três diárias de hospedagem no Distrito Federal. No ato, Lira também estabeleceu que as despesas não poderiam ser anteriores a janeiro de 2023.

    A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap) não tem um valor único; o limite mensal varia conforme o estado pelo qual o deputado federal foi eleito. Os recursos podem ser usados com despesas como aluguel de escritório de apoio ao mandato no Estado, passagens aéreas, alimentação, aluguel de carro e combustível.

    Atualmente, os deputados do Distrito Federal têm à disposição R$ 41.612,55, o menor valor, enquanto os de Roraima têm R$ 58.474 70, o maior montante, por mês. A utilização dos valores pode ser feita por meio de reembolso ou por débito da cota.

     

    R7
    Portal Santo André em Foco

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, em suas redes sociais, que a Lei Antifacção, aprovada pelo Congresso no início deste ano, está saindo do papel.

    Ele explicou que o governo federal aplicou a lei, em vigor desde março deste ano, para pedir à Justiça o confisco de R$ 190 milhões em bens ligados ao PCC e ao CV. São imóveis, aeronaves, carros de luxo e empresas, sem precisar esperar por uma condenação criminal.

    “É assim que se combate facção: tirando o dinheiro delas”, afirmou por meio de suas redes sociais. “Lutamos muito pela aprovação da Lei Antifacção na Câmara. Foram semanas de diálogo, ajustes e 370 votos a favor do Brasil”, lembrou.

    Motta destacou ainda que, como presidente da Câmara, deu prioridade à segurança pública tendo amplo apoio no Parlamento mesmo diante de um País polarizado. “É por isso que conseguimos avançar com a aprovação de mais de 40 propostas, de todos os campos políticos, para ampliar o combate à criminalidade”, disse.

     

    Agência Câmara
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    Um projeto de emenda à Constituição (PEC) em análise no Senado permite que povos indígenas exerçam atividades florestais e agropecuárias, comercializem sua produção e celebrem contratos, inclusive de arrendamento e parceria. A PEC 10/2024 também assegura autonomia às comunidades para decidir sobre a partilha dos frutos dessas atividades e determina que a União as fomente por meio de políticas públicas de apoio.

    Autor da proposta, o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) afirma que a atual redação da Constituição adota uma visão que, segundo ele, “condena os povos originários a viver eternamente em sua pobreza 'tradicional', mesmo sentados em cima de riquezas inestimáveis”. Para o parlamentar, permitir que comunidades indígenas comercializem livremente suas riquezas representa uma forma de assegurar autonomia e liberdade.

    O texto, que aguarda deliberação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de seguir para o Plenário, recebeu parecer favorável do senador Plínio Valério (PSDB-AM). Para o relator, não faz sentido que indígenas tenham assegurado o direito à posse das terras que ocupam, mas não possam utilizá-las em benefício próprio.

    Na avaliação do senador, a preservação ambiental, da forma como é conduzida atualmente, favorece a “internacionalização” da Amazônia e dificulta a ocupação da região por meio de atividades produtivas. Para ele, permitir a realização de atividades produtivas contribuirá para assegurar a soberania brasileira sobre o seu território, inclusive com a presença atuante do Estado, por meio de políticas públicas de fomento.

    “É preciso superar o famigerado mito do 'bom selvagem', que tem servido de fundamento para coagir os povos da Amazônia a viverem no atraso e no subdesenvolvimento, como se estivessem em um grande zoológico humano para agradar aos olhos de estrangeiros”, afirma o relator no parecer.

    Audiência pública

    Em dezembro do ano passado, a PEC foi tema de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na ocasião, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) lembrou que qualquer atividade econômica em terras indígenas precisa considerar os riscos potenciais.

    — Nós estamos falando de nações que estão aqui há 10 mil, 15 mil anos — ponderou o senador.

    O secretário nacional de Direitos Territoriais Indígenas, Marcos Kaingang, afirmou que a PEC viola convenções e tratados internacionais e “traz uma afronta direta à integridade territorial” dos indígenas.

    CPI das ONGs

    Em seu relatório, Plínio citou informações reunidas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs. Segundo ele, a comissão identificou a exploração de comunidades indígenas e um controle significativo de organizações não governamentais sobre essas comunidades e seus territórios. Com base nessas conclusões, o relator afirma que recursos provenientes do exterior reforçam esse modelo de atuação e reduzem a soberania brasileira sobre o território nacional.

    “A introdução de dinheiro estrangeiro por meio de ONGs tem o objetivo de manter uma espécie de regime colonial, em que o Brasil é privado de explorar as próprias riquezas”, afirma no relatório.

    Segundo o senador, o relatório final da CPI apontou também a migração de indígenas para as cidades em busca de melhores condições de vida devido à impossibilidade de desenvolver as potencialidades econômicas de seus territórios.

    A CPI das ONGs investigou a destinação, pelo governo federal, de recursos públicos a ONGs e a organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips), bem como a aplicação desses recursos e de outros valores recebidos do exterior.

     

    Agência Senado
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    O senador Camilo Santana apresentou à imprensa, nesta quinta-feira (22), um documento que afirma que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) autorizam abertura de sigilos de ambos de forma total e simultânea, com divulgação em endereço eletrônico de acesso público.

    O documento será entregue ao ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pelo caso na Corte.

    Ele ainda precisa dar o aval à abertura dos sigilos e requsitar os dados a operadoras de telefonia e ao Banco Central do Brasil. 

    "Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Nantes Bolsonaro candidatos à Presidência da República, já qualificados nos autos, vêm, conjuntamente, informar que aceitaram integralmente os termos recíprocos do desafio objeto destes autos e autorizam a abertura total dos respectivos sigilos", diz o documento. 
     

    As devidas liberações devem ser enviadas ao TSE até às 23h59 desta quinta-feira, segundo o acordo.

    Mais cedo, a defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha registrado que o petista "não se opõe a absolutamente nada" quanto à abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.

    No entanto, Lula afirmou que o desafio original proposto por ele deve ser cumprido em sua totalidade, insistindo para que a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) inclua, na divulgação de sigilos, os dados da empresa Alcazar Holdings, sediada na Ilha da Madeira e de propriedade do advogado Willer Tomaz, apontado como amigo próximo do adversário.

    A petição de Lula diz que a Polícia Federal encontrou registros indicando que Flávio figurava como "usuário master" da conta da Alcazar em um banco privado, vínculo que teria sido desfeito apenas em maio de 2025, após o início da Operação Sem Desconto, que apura fraudes no INSS.

    O texto também menciona viagem de Flávio em um jato executivo da empresa de Willer Tomaz. "Se, como [o candidato do PL] afirma, nada tem a esconder, não há razão para que a conta da Alcazar fique fora das gavetas que ele mesmo propôs abrir. Quem não deve, não recorta", diz a petição do presidente.

    Acordo assinado

    No início desta tarde, Camilo Santana, que integra a campanha do petista, leu para a imprensa o documento que prevê o acordo.

    "A abertura será imediata, total, nas condições integrais aceitas por ambos, e simultânea para os dois candidatos. Os dados relativos às autorizações já apresentadas, próprias, de familiares, e de empresas, serão abertos e divulgados hoje, 22.10.2026", prossegue.

    O texto requer que o ministro Mendonça determine, "ainda hoje, a requisição de dados ao Banco Central do Brasil, às instituições financeiras, à Receita Federal e às operadoras de telefonia, e sua divulgação simultânea no DivulgaCandContas ou em outro sítio eletrônico de acesso público".

    O documento é assinado pelo presidente Lula e por Maria Claudia Bucchianeri, coordenadora da equipe jurídica da campanha de Flávio Bolsonaro.

     
    g1
    Portal Santo André em Foco

    Termina às 18h desta quinta-feira (22) o prazo para solicitar transporte gratuito para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que precisam se deslocar até o local de votação no segundo turno das Eleições 2026, na Paraíba. O serviço será oferecido em 143 municípios do estado, por meio do programa Seu Voto Importa, da Justiça Eleitoral. (Veja a lista de municípios ao final da matéria.)

    Eleitores que já solicitaram o transporte no primeiro turno não precisam fazer um novo pedido. Para quem ainda não solicitou o serviço, é necessário preencher um formulário disponibilizado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

    O transporte é destinado a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que não têm meios de chegar ao local de votação. Também podem solicitar o serviço pessoas com deficiência física temporária, idosos, gestantes com risco de perda gestacional e pessoas obesas.

    Para fazer o pedido, é necessário fornecer as informações solicitadas e apresentar documentação que comprove a deficiência ou a dificuldade de locomoção, conforme as regras do programa.

    Segundo o TRE-PB, 204 eleitores utilizaram o serviço no primeiro turno, distribuídos em 12 municípios paraibanos. 

    Como funciona o transporte 

    Os eleitores que tiverem a solicitação aprovada receberão informações sobre o horário aproximado em que serão buscados.

    A Justiça Eleitoral é responsável por disponibilizar o transporte. Já os responsáveis pelos passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida devem prestar a assistência necessária durante o embarque, o desembarque e o deslocamento.

    O programa tem como objetivo reduzir as barreiras de deslocamento e ampliar o acesso ao voto.

    Municípios com transporte gratuito no 2º turno

    1. Lucena
    2. Riachão do Poço
    3. Itabaiana
    4. Mogeiro
    5. Salgado de São Félix
    6. São José dos Ramos
    7. Mataraca
    8. Riachão do Bacamarte
    9. Alagoa Grande
    10. Alagoinha
    11. Juarez Távora
    12. Areia
    13. Borborema
    14. Cuitegi
    15. Pilões
    16. Serraria
    17. Alagoa Nova
    18. Lagoa Seca
    19. Matinhas
    20. Caiçara
    21. Logradouro
    22. Alcantil
    23. Natuba
    24. Areial
    25. Riachão
    26. Boa Vista
    27. Caraúbas
    28. Gurjão
    29. São João do Cariri
    30. Olivedos
    31. Damião
    32. Sossêgo
    33. Baraúna
    34. Frei Martinho
    35. Nova Palmeira
    36. Pedra Lavrada
    37. Picuí
    38. São José do Sabugi
    39. Várzea
    40. Assunção
    41. Livramento
    42. Taperoá
    43. Quixaba
    44. Camalaú
    45. Monteiro
    46. São João do Tigre
    47. São Sebastião do Umbuzeiro
    48. Zabelê
    49. Cacimbas
    50. Desterro
    51. Maturéia
    52. Mãe D'Água
    53. Teixeira
    54. Lagoa
    55. Pombal
    56. São Domingos
    57. Catingueira
    58. Emas
    59. Piancó
    60. Itaporanga
    61. Serra Grande
    62. São José de Caiana
    63. São José de Princesa
    64. Marizópolis
    65. Bom Sucesso
    66. Brejo dos Santos
    67. Mato Grosso
    68. Poço de José de Moura
    69. Santa Helena
    70. Belém do Brejo do Cruz
    71. São José do Brejo do Cruz
    72. Carrapateira
    73. Monte Horebe
    74. Conceição
    75. Ibiara
    76. Santa Inês
    77. Santana de Mangueira
    78. Boa Ventura
    79. Curral Velho
    80. Diamante
    81. Nova Olinda
    82. Pedra Branca
    83. Amparo
    84. Congo
    85. Ouro Velho
    86. Prata
    87. Sumé
    88. Juripiranga
    89. Pedras de Fogo
    90. Pilar
    91. São Miguel de Taipu
    92. Duas Estradas
    93. Pilõezinhos
    94. Serra da Raiz
    95. Sertãozinho
    96. Casserengue
    97. Montadas
    98. Condado
    99. Malta
    100. São Bentinho
    101. São José de Espinharas
    102. Vista Serrana
    103. Cajazeirinhas
    104. Bernardino Batista
    105. Joca Claudino
    106. Poço Dantas
    107. Uiraúna
    108. Vieirópolis
    109. Juazeirinho
    110. Junco do Seridó
    111. Santo André
    112. Tenório
    113. Coxixola
    114. Parari
    115. São José dos Cordeiros
    116. Caturité
    117. Curral de Cima
    118. Jacaraú
    119. Pedro Régis
    120. Barra de São Miguel
    121. Boqueirão
    122. Cabaceiras
    123. Riacho de Santo Antônio
    124. São Domingos do Cariri
    125. Lastro
    126. Nazarezinho
    127. Santa Cruz
    128. São Francisco
    129. Areia de Baraúnas
    130. Cacimba de Areia
    131. Passagem
    132. Salgadinho
    133. Santa Teresinha
    134. São José do Bonfim
    135. Aguiar
    136. Igaracy
    137. Santana dos Garrotes
    138. Algodão de Jandaíra
    139. Bom Jesus
    140. Cachoeira dos Índios
    141. Cajazeiras
    142. Serra Redonda
    143. Caldas Brandão
     
    g1 PB
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    A três dias do segundo turno das eleições, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos façam comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

    De hoje até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

    Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos tribunais regionais eleitorais.

    No próximo domingo (25), os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para eleger o próximo presidente da República.

    Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.

    Além disso, seis cidades brasileiras terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.

    O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. É proibido entrar com celular na cabine de votação.

     
    Agência Brasil
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    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um inquérito civil para investigar a possível utilização indevida de recursos públicos e eventual promoção pessoal da prefeita de Mulungu, Daniela Rodrigues Ribeiro (Republicanos). A portaria de instauração do inquérito foi assinada eletronicamente em 24 de setembro de 2026, mas o g1 teve acesso ao documento nesta quinta-feira (22).

    O g1 entrou em contato com a prefeita para um posicionamento, mas não obteve resposta, até a última atualização desta notícia.

    De acordo com o documento, a investigação teve origem em uma denúncia encaminhada à Ouvidoria do MPPB sobre o uso do slogan “Uma nova história” nos fardamentos escolares da rede municipal.

    Com o encerramento do prazo inicial de tramitação da Notícia de Fato, o Ministério Público decidiu instaurar o inquérito civil para aprofundar a apuração. A investigação inclui a verificação dos custos envolvidos e dos atos administrativos que autorizaram a utilização da frase nos uniformes.

    O procedimento também busca verificar se houve desrespeito aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, que devem orientar a atuação da administração pública, conforme o artigo 37 da Constituição Federal.

    A instauração do inquérito civil permite ao Ministério Público aprofundar a investigação dos fatos. A abertura do procedimento, por si só, não comprova a ocorrência de irregularidades ou de promoção pessoal.

     
    g1 PB
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    Mais de 7,6 mil policiais militares e civis serão mobilizados na Paraíba para reforçar a segurança durante o segundo turno das Eleições 2026. Dentro do planejamento das forças de segurança, Bayeux, Itabaiana e Piancó terão reforço especial de policiamento, com equipes do Batalhão de Choque, da Rotam e da Cavalaria.

    A Polícia Militar prevê o emprego de aproximadamente 6,3 mil agentes. O embarque das equipes para a operação começou nesta quinta-feira (22), e a corporação também utilizará recursos de tecnologia e inteligência, com um centro de comando e controle para acompanhar as ações durante o período eleitoral.

    As equipes atuarão na segurança dos locais de votação, na guarda das urnas eletrônicas e em rondas para coibir crimes eleitorais. O efetivo também será empregado durante possíveis comemorações de eleitores e apoiadores dos candidatos após a divulgação do resultado da eleição presidencial.

    Na Paraíba, os eleitores votarão apenas para presidente da República no segundo turno, já que a eleição para governador foi definida no primeiro turno. A votação será realizada das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.

    Reforço começou antes em cinco cidades 

    O reforço da Polícia Militar começou antes da votação em Bayeux, Itabaiana, São Bento, Santa Rita e Piancó. O envio antecipado das equipes ocorreu a pedido do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

    A atuação nesses municípios faz parte do planejamento de segurança para o segundo turno, com o objetivo de reforçar o policiamento e coibir crimes eleitorais. 

    Polícia Civil terá 1.435 policiais 

    A Polícia Civil da Paraíba também apresentou um plano de ação para o período eleitoral. Assim como no primeiro turno, realizado em 4 de outubro, serão mobilizados 1.264 policiais do efetivo ordinário e 171 em reforço, além de 313 viaturas caracterizadas e descaracterizadas.

    As equipes serão distribuídas pelas quatro Superintendências Regionais de Polícia Civil, com sedes em João Pessoa, Campina Grande, Patos e Guarabira.

    Os reforços serão direcionados prioritariamente para municípios que são sedes de delegacias seccionais. A lista inclui João Pessoa, Cabedelo, Bayeux, Santa Rita, Alhandra, Mamanguape, Sapé, Campina Grande, Queimadas, Esperança, Picuí, Monteiro, Juazeirinho, Patos, Princesa Isabel, Itaporanga, Catolé do Rocha, Sousa, Cajazeiras, Guarabira, Itabaiana e Solânea.

    Também serão mobilizadas equipes do Draco, do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Grupo de Operações com Cães (GOC) para municípios considerados pontos de atenção pela Justiça Eleitoral. 

    Polícia Civil poderá investigar crimes eleitorais 

    Nos locais onde não houver atuação da Polícia Federal, a Polícia Civil poderá atuar de forma suplementar na prevenção e repressão de crimes eleitorais.

    A corporação poderá registrar ocorrências, realizar procedimentos em situações de flagrante e instaurar inquéritos policiais por iniciativa própria, por requisição do Ministério Público Eleitoral ou por determinação da Justiça Eleitoral.

    A Unidade de Inteligência da Polícia Civil (Unintelpol) permanecerá de plantão durante o período eleitoral para produzir e analisar informações relacionadas à segurança e à preservação da ordem pública. A Diretoria de Estatística Criminal e Análise de Dados (Diest) também participará da consolidação das ocorrências e dos procedimentos registrados.

    Além disso, haverá reforço nas equipes de Polícia Científica nos cinco núcleos do estado. Delegacias, Centrais de Flagrantes e o Disque-Denúncia 197 continuarão funcionando durante o período eleitoral.

     
    g1 PB
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    Um incêndio atingiu uma área de vegetaçãdo campi da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), em Sousa, no Sertão da Paraíba, nesta quarta-feira (21). Ninguém ficou ferido e o fogo foi apagado.

    De acordo com o Corpo de Bombeiros, que foi chamado para a ocorrência, o incêndio foi apagado em cerca de 22 minutos após o início das chamas, que atingiu uma área de vegetação nas dependências da universidade, às margens da BR-230.

    Também conforme a corporação, esse tipo de incêndio é "corriqueiro" nesta época do ano. Ninguém ficou ferido.

    A região de Sousa, inclusive, está sob alerta para baixa umidade do ar nesta quarta-feira (21), no qual a umidade relativa do ar pode chegar a 20%, índice considerado abaixo do recomendado para a saúde. Segundo o Inmet, órgão que emitiu o alerta, há risco de incêndios florestais e de impactos à saúde na região afetada, mas a população deve adotar medidas de prevenção para reduzir os efeitos do tempo seco.

     
    g1 PB
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