Os pagamentos do Bolsa Família referentes ao mês de outubro começam a ser feitos nesta segunda-feira (19), quando recebem os beneficiários com NIS terminado em 1. Na terça-feira (20), será a vez de quem tem NIS terminado em 2.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social (Secom), os demais pagamentos do mês serão unificados a partir de quarta-feira (21) como medida preventiva para mitigar os efeitos do super El Niño sobre as famílias classificadas como mais vulneráveis.
Com isso, o calendário será unificado na próxima quarta-feira, quando ocorrem os pagamentos de beneficiários com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.
Em nota, a pasta reforçou que o formato de pagamento unificado valerá também para os meses de novembro e dezembro, considerados períodos críticos do El Niño.
Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome indicam que, nos meses de agosto e setembro de 2026, foram registrados 518 reconhecimentos federais de situação de emergência e estado de calamidade pública – mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (253).
A alta, segundo a Secom, foi causada, sobretudo, pelas tempestades no Sul: chuva, granizo, vendaval e inundações foram responsáveis por 272 reconhecimentos este ano, contra 81 em 2025. O aumento também foi percebido no semiárido, onde reconhecimentos por estiagem e seca saltaram de 172 para 239.
A unificação de pagamentos do Bolsa Família já ocorreu em outros momentos emergenciais, como nas enchentes registradas no Rio Grande do Sul em 2024. À época, o pagamento foi unificado para 497 municípios gaúchos, que puderam acessar o benefício no primeiro dia do calendário.
“A unificação do calendário amplia a capacidade das famílias beneficiárias de se prepararem para os efeitos da seca, da escassez hídrica, das inundações e das interrupções no abastecimento”, avaliou a Secom no comunicado, citando a medida como “instrumento de proteção social adaptativa”.
Beneficiários que vivem em municípios que já estão em situação de emergência ou em estado de calamidade pública reconhecidos pelo governo federal vão receber o pagamento de forma unificada já nesta segunda-feira, primeiro dia do calendário.
Para receber o benefício, as famílias devem manter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado, atender aos critérios do programa e cumprir condicionalidades de saúde e de educação, como frequência escolar de crianças e adolescentes, vacinação em dia e acompanhamento pré-natal das gestantes.
A seis meses das eleições presidenciais, as cenas de destruição na França evocavam uma zona de guerra e eram o retrato da fragilidade do Estado sob o comando de Emmanuel Macron.
O apelo de Macron — “Quem destruiu deve pagar; quem saqueou, deve restituir” — pareceu diluir-se na apatia, enquanto a inação do governo alimentava críticas, e a oposição, em uníssono, exigia a renúncia do ministro do Interior, Laurent Nuñez.
Com os índices de aprovação do presidente em evaporação, na média de 15%, cresce o risco de uma conflagração sem precedentes no período pré-eleitoral, como observou Frédéric Dabi, diretor do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop).
“Coexistem dois cenários: uma arena política onde os candidatos debatem e tentam persuadir, e uma arena social que os ignora completamente por diversas razões”, ponderou ele, em entrevista à agência de notícias AFP.
A candidata da Reunião Nacional apoiou os revoltosos com o custo de vida, prometendo “libertar os franceses das políticas tóxicas de Macron” e protegê-los da violência da extrema esquerda. Le Pen, contudo, passou ao largo das propostas de austeridade de seu partido, consideradas bem mais radicais do que as do presidente.
Antes que assentasse a poeira dos saques e incêndios de sábado, as acusações entre o governo e a extrema esquerda ampliaram o volume. O líder da França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, condenou as pilhagens e a violência, esquivando-se das acusações de responsabilidade pelo caos, apontadas pelo premiê, Sébastien Lecornu.
De acordo com as pesquisas, o candidato da extrema esquerda está empatado com o candidato de centro-esquerda Raphael Glucksmann e o de centro-direita Edouard Philippe na disputa pela vaga do segundo turno nas eleições de maio. Mélenchon acusou Macron “de deixar a situação se deteriorar”, sem oferecer soluções para apaziguar a indignação.
Como observou o diretor do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop), Frédéric Dabi, o país não teve tempo de se recuperar de incêndios, seca, aumento vertiginoso dos combustíveis e das sucessivas crises deflagradas nos últimos meses.
O Flamengo venceu o Bahia por 3 a 0 neste domingo e retornou ao topo da tabela do Brasileirão. Jorginho, Plata e Paquetá marcaram os gols do confronto disputado na Fonte Nova. O clube carioca chegou aos 67 pontos, um a mais que o Palmeiras. Mesmo jogando em casa, o time baiano não foi bem e foi dominado em casa.
O JOGO
O Flamengo teve inúmeras chances de abrir o placar no primeiro tempo. Carrascal de longe, Lino de perto, Pedro de cabeça... todos pararam no goleiro Ronaldo, que estava inspirado nos 45 minutos iniciais. O Bahia, mandante, pouco fez e não conseguiu criar tanto quanto o adversário.
Foi com Jorginho que o Flamengo abriu o placar, em cobrança de pênalti no segundo tempo. Não demorou muito para Lino acertar um belo cruzamento para Plata ampliar. Paquetá fechou a conta com um golaço com dois dribles e uma linda finalização. 3 a 0 para o Flamengo.
O resultado coloca o Flamengo de volta ao topo da tabela, com 67 pontos. O Palmeiras está um ponto atrás, com 66. O Bahia é o 7º, com 49 pontos. Na próxima rodada, o time carioca enfrenta o Atlético-MG no dia 26 de outubro, enquanto o Bahia joga no sábado contra o Santos.
A ousadia de Cuca foi premiada no Maracanã! Na primeira vez em que apostou no quadrado ofensivo com Neymar, Gabigol, Coutinho e Everton Cebolinha juntos, o Santos até teve dificuldade no primeiro tempo, mas se reencontrou na volta do intervalo e venceu o Fluminense de virada. Castillo abriu o placar para o Tricolor, mas Gabigol e Coutinho garantiram o 2 a 1 na tarde deste domingo, pela 31ª rodada do Brasileirão.
Olho na tabela
Com a vitória, o Santos chegou aos 45 pontos, na oitava colocação no Brasileirão, e volta a jogar no próximo sábado, às 21h (de Brasília), diante do Bahia, na Vila Belmiro, pela 32ª rodada. O Fluminense perdeu a chance de voltar para a terceira colocação e caiu para o quinto lugar, com 51 pontos, superado pelo Cruzeiro. Agora, o Tricolor volta as atenções para a Libertadores, e decide uma vaga na final diante do Palmeiras, quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), em São Paulo, após derrota por 2 a 1 no jogo de ida. Pelo Brasileirão, o próximo compromisso é com a Chapecoense, sábado, às 19h30, na Arena Condá.
O Santos apostou em uma formação ofensiva, colocou em campo o quarteto com Neymar, Coutinho, Cebolinha e Gabigol, mas foi o Fluminense quem controlou as ações na etapa inicial. Com uma marcação forte a partir da intermediária defensiva, o Tricolor contou com Lucho Acosta em tarde inspirada para avançar ao ataque de maneira objetiva e levar perigo, principalmente pelos lados do campo. Logo aos quatro minutos, Castillo aproveitou vacilo da defesa santista para ficar com a sobra de escanteio e fazer o gol de canela. Por mais que o Santos tentava conectar seu quarteto ofensivo, faltavam espaços, e era o Flu quem mais levava perigo aproveitando a fragilidade do adversário na marcação. Na reta final do primeiro tempo, o Peixe até melhorou, trocou passes mais próximo da área, mas a melhor chance surgiu já nos acréscimos após erro na saída de bola tricolor, que Neymar aproveitou para chutar no cantinho. Fábio voou e garantiu o 1 a 0 no intervalo.
Cuca apostou na formação inicial e voltou sem mudanças de peças no intervalo. O Santos, por sua vez, apresentou outra postura, subiu a marcação e teve seus homens de frente mais próximos buscando se associar com a bola. Deu certo. Aos quatro minutos, Cebolinha tocou para Neymar, que serviu Rodinei para cruzamento que encontrou Gabigol: 1 a 1. Golaço. O cronômetro nem marcava dez minutos quando veio da virada também em jogada de pé em pé. Gabigol tocou para Neymar, que foi desarmado por Ignácio. Bontempo foi esperto e logo serviu Coutinho, que marcou de cabeça o primeiro gol com a camisa do Peixe. Em desvantagem, Marcão trocou peças, apostou em Hulk, Ganso, Wesley Natã, Serna e Savarino. Ainda assim, as melhores chances foram dos santistas com Neymar, que carimbou a trave, Rony e Rolheiser, que pararam em Fábio. No fim, a aposta de Cuca no talento deu certo. O Santos fez a festa no Maracanã, e o Fluminense vai ainda mais pressionado para a decisão na Libertadores.
"Pessoalmente, acho que foi bom conseguir jogar este tempo todo depois de um mês sem jogar um jogo oficial. Mas, coletivamente, acho que não foi um bom jogo. Acho que o começo do segundo tempo, 10, 15 minutos, é que nos custou o resultado. Mas é levantar a cabeça, ver o que fizemos de bom no primeiro tempo, ficar com isso, para que na quarta-feira este mau resultado de hoje não nos possa afetar e que possamos reverter o resultado lá em São Paulo".
Coutinho marcou o primeiro gol com a camisa do Santos, após ficar um longo período fora dos gramados, e comemorou:
"Feliz demais em voltar a sentir essa emoção de marcar um gol. Principalmente neste estádio, que tem tanta história. Saio feliz, a família feliz, fizemos um grande jogo, vencemos bem. Agora, é trabalhar durante a semana e fazer mais um grande jogo semana que vem"
O Cruzeiro aproveitou a fase do Grêmio e, mesmo atrás do placar duas vezes, virou e ganhou por 4 a 2. Kaio Jorge, três vezes, e João Marcelo marcaram para a Raposa na tarde deste domingo na Arena. Carlos Vinicius, de pênalti, e Pavón, fizeram os do Tricolor, ambos na etapa inicial. Kannemann ainda foi expulso no segundo tempo, ao reclamar da arbitragem. Irritada, a torcida ainda gritou “time sem vergonha” ao término da partida e vaiou o time. O resultado afunda o Tricolor na zona de rebaixamento, enquanto a Raposa, que está em quarto, torce por um tropeço do Bahia contra o Flamengo para seguir na posição. Os mineiros têm 51, dois a mais que o time de Rogério Ceni, o sexto.
1º tempo
Logo aos 14 minutos, o árbitro João Vitor Gobi marcou pênalti em Krovinovic. Carlos Vinícius só teve o trabalho de deslocar Otávio e mandar no lado direito para abrir o placar para o Grêmio. O Cruzeiro não demorou a empatar. Aos 22, após bote errado de Gustavo Martins, Kaio Jorge aproveitou e chutou no canto direito de Weverton. O jogo seguiu movimentado. Dois minutos depois, o Tricolor quase recuperou a vantagem. Pavón arriscou de fora da área, mas Otávio espalmou. Aos 32, Kaio Jorge caiu na área após choque com Diego Caito. A bola sobrou para Gerson, que acertou o travessão. O Grêmio voltou a ficar à frente do placar no fim do primeiro tempo. Pavón aproveitou o rebote fora da área e chutou sem chances de defesa a Otávio.
2º tempo
O Cruzeiro voltou do intervalo e logo empatou. Com quem? Kaio Jorge, claro! Aos 2, Matheus Pereira encontrou o artilheiro, que só teve o trabalho de superar Weverton e deixar tudo igual. Aos 12, Pavón cobrou falta, mas mandou no meio da torcida. Três minutos depois, Kaio Jorge, sempre ele, ganhou na velocidade de Gustavo Martins, invadiu a área e marcou o terceiro. O Cruzeiro teve a chance do quarto. Gerson tocou para Kaio Jorge, que demorou na decisão. Aos 28, Kannemann se descontrolou e acabou expulso. O Cruzeiro ainda fez mais um, aos 34, com João Marcelo, que dominou no peito e marcou um belo gol. O Tricolor tentou diminuir com Pavón de falta, mas Otávio brilhou. Nos acréscimos, Weverton tentou um chute, que mandou longe do gol. A torcida ainda gritou “time sem vergonha” após mais um fracasso.
Kaio Jorge mostrou que brilha contra o Grêmio. O artilheiro do Cruzeiro fez três e chegou ao 10º gol em nove partidas contra o Tricolor. No ano passado, também fez três, na goleada por 4 a 1 no Mineirão.
Com o resultado, o Grêmio segue com 31 pontos e está em 18º lugar no Brasileirão. O Cruzeiro tem 51 e ocupa o quarto posto na tabela.
Na próxima rodada, o Grêmio enfrenta o Coritiba. A partida será disputada no dia 26 de outubro, às 19h30, no Couto Pereira. O Cruzeiro volta a campo na sexta, quando recebe o Remo, às 20h, no Mineirão
Apoiadores realizaram na tarde deste domingo (18) um ato em apoio ao senador e candidato à presidência da República pelo PL Flávio Bolsonaro, em Campina Grande, Agreste da Paraíba.
A mobilização começou por volta das 17h, com concentração próximo ao Açude Velho, no Centro da cidade, e contou com a presença do candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar (PL). Outros apoiadores do PL na Paraíba, como o senador Efraim Filho (PL), também marcaram presença no ato.
Em entrevista à TV Paraíba, Alfredo Gaspar afirmou que a participação dele no ato pró-Flávio na Paraíba traz a mensagem ao Nordeste.
O segundo turno das Eleições 2026 acontece no próximo domingo (25). No primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) ficou na liderança, com 47,03%, contra 45,16% dos votos válidos obtidos por Lula (PT).
Apoiadores realizaram na tarde deste domingo (18) um ato em apoio ao presidente Lula (PT), no Mercado Público de Mangabeira, na capital paraibana João Pessoa.
A mobilização começou por volta das 15h e foi convocada pelas redes sociais. Manifestantes e apoiadores carregaram cartazes e faixas em apoio à reeleição de Lula.
Apoiadores políticos de Lula na Paraíba, como o governador reeleito Lucas Ribeiro (PP), o senador João Azevêdo (PSB) e a deputada estadual reeleita Cida Ramos (PT), marcaram presença no ato. A deputada federal de Minas Gerais, Ana Elisa (PT), também participou do evento.
O segundo turno das Eleições 2026 acontece no próximo domingo (25). No primeiro turno, Lula obteve 45,16% dos votos válidos, e Flávio Bolsonaro (PL) ficou na liderança, com 47,03%.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 49,8% das intenções de voto totais para o segundo turno da eleição presidencial, contra 47 6% do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira, 19. No levantamento divulgado no dia 8, Lula aparecia com 45,7% dos votos totais e Flávio com 51,1%. Flávio caiu 1,3 ponto porcentual e Lula subiu 1,9.
A vantagem do candidato do PL é de 2,2 pontos porcentuais.
Os que pretendem votar em branco ou nulo ou não sabem somam 2,6%.
Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio tem 51,1%, ante 48,9% de Lula.
A margem de erro do levantamento é de um ponto porcentual para mais ou para menos - o que não configura empate técnico, mas vantagem de Flávio.
No levantamento divulgado na véspera do primeiro turno, no dia 3 de outubro, o presidente aparecia com 50,1% dos votos válidos (47,6% dos totais) e o senador somava 49,9% (47,4% dos totais). No resultado do primeiro turno, Flávio ficou 1,87 ponto porcentual à frente de Lula: 47,03% a 45,16% dos votos válidos.
Flávio tem mais apoio entre os homens, com 61,7%, contra 35% de Lula.
Já o presidente tem vantagem entre as mulheres: com 58,9%, ante 39,2% do senador.
Flávio também está à frente em quatro regiões. Suas maiores vantagens estão no Sul, onde tem 59,5%, contra 36,1% de Lula, e no Centro-Oeste, com 56,5%, ante 41%.
No Sudeste, o senador tem 55,4% e o presidente, 42,4%. No Norte, a diferença é menor: 49,4% a 47,2%.
Lula se sai melhor no Nordeste, onde registra 62,8%, contra 35 3% de Flávio.
Entre os evangélicos, Flávio tem 69,7%, ante 26,3% de Lula. Entre os católicos, os dois têm índices próximos, mas o petista possui vantagem: 51,7% para o presidente e 46,3% para o senador.
A pesquisa ouviu 4.998 respondentes on-line entre 13 e 18 de outubro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de um ponto porcentual. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-02418/2026.
Parte do período de coleta das respostas aconteceu após a aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que colocou fim à escala de trabalho 6 x 1, aprovada pelo Senado Federal na última quarta-feira (14).
Pesquisa divulgada pelo instituto PoderData/Aya, na manhã desta segunda-feira (19), sobre as intenções de voto para a Presidência da República no segundo turno das eleições deste ano mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48%.
Os resultados revelam apenas votos válidos e, por isso, desconsideram as respostas de eleitores que optariam por branco ou nulo, bem como aquelas de quem disse não saber qual dos dois escolher.
A pesquisa foi feita entre sexta-feira (16) e domingo (18), por meio de seleção aleatória de números de telefone. O levantamento, com entrevistas a 3.000 eleitores de todo o país, está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-02586/2026. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, e o intervalo de confiança, de 95%.
Na rodada anterior, divulgada na sexta-feira (16) e com base na opinião do mesmo número de eleitores, Flávio e Lula apareciam numericamente empatados, com 50% cada. Já a sondagem de três dias antes mostrava Flávio com 51% e Lula com 49%, ambos em empate técnico, dentro da margem de erro.
Pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) c om 50,3% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República, contra 49,7% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em um cenário estimulado de segundo turno. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados, quando considerados os votos válidos.
Cenário de votos válidos
Considerados os votos nulos e brancos e pessoas que não responderam, Flávio tem 46,5% das intenções de voto, contra 45,9% de Lula.
Brancos, nulos e eleitores que não souberam ou não responderam somam 7,8%.
A pesquisa foi feita por telefone entre os dias 16 e 18 de outubro, com 2.002 eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-04499/2026.