19 de Outubro - segunda-feira
A NOBREZA DO AMOR! - Globo
Alika se emociona com a constatação de sua gravidez. Teresa, Onildo e Salma se despedem de Niara, Tonho e Omar. Mirinho e Virgínia retornam para a casa de engenho, e o rapaz descobre que Tonho foi atrás de Alika. Mirinho confessa a Manoel que planeja vender o engenho e fugir de Barro Preto. Graça tenta animar Virgínia. Menemi treina as mulheres para a luta. Liderados por José/Zambi, Akin, Ladisa e Dumi, os rebeldes iniciam a tomada do palácio em Batanga. Binta fica furiosa com Pascoal. Jendal faz uma proposta a Alika, que acaba revelando sua gravidez ao rei.
POR VOCÊ - Globo
Bela explica a Lucas que Gabriel está esperando por Peixe. Clemente impede que Próspero e Melinda fiquem juntos. Gabriel diz a Peixe que Bela não é sua inimiga. Lucas tenta se acertar com Bela e a convida para viajar. Aconselhada por Iara, Bela decide aceitar o convite de Lucas. Peixe surpreende Vanessa e pergunta sobre a possibilidade de conseguir um emprego no hospital. Melinda se irrita com a disputa entre Próspero e Clemente. Leandra reafirma seu amor por Vitor. Bela leva Glorinha ao salão de sua trancista. Sílvia diz à Hanna que deve abrir uma turma social de dança na academia de balé. Gabriel desconfia de que Junqueira esteja dando um golpe no hospital. Samuca fica doente, e Bela desiste da viagem com Lucas. Manoel conta a Pérola sobre sua vida amorosa e seu filho, Francisco. Lucas e Bela terminam o relacionamento.
QUEM AMA CUIDA - Globo
Adriana afirma que estará ao lado de Heitor. Mau Mau despista Felipe quando o rapaz pensa em conhecer sua família. Rafael diz a Ingrid que Andréa está decidida a não voltar para ele. Fernando desabafa com Edvaldo. André conta a Pedro e a Adriana o que descobriu sobre Diná. Brigitte decide sair de casa.
Gshow
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Horóscopo do dia
F5
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Os sinos voltaram
Numa Paróquia deste Brasil havia uma torre com um conjunto de sinos importados da Alemanha. Era costume acioná-los na hora da Ave-Maria e nos domingos, antes das Missas. A cidade se orgulhava dos sinos e de sua rara harmonia. Quando passava algum visitante, era espontâneo o elogio aos ditos sinos. As crianças cresciam marcadas com estes sons que despertavam para a beleza, o senso do sagrado e chamavam o povo para a oração.
O dito “progresso”, porém, veio entrando na cidade e trazendo novas indústrias, novos costumes, novos valores e até novas e requintadas exigências. Não demorou muito, que um grupo de ilustres novos moradores se reuniu e solicitou ao poder público, a suspensão do toque dos sinos, pois estes atrapalhavam sua rotina de trabalho e de sossego.
Os sinos da paz e da oração começaram se tornar argumento de conflito e desencontro. Para os moradores nativos o som dos sinos fazia parte, não apenas da paisagem da cidade, mas de sua própria vida. Um idoso chegou a dizer que a batida dos sinos já estava em sintonia com as batidas do seu coração. Mas para quem vinha com a fúria do progresso, os sinos eram estorvo à sua mente ocupada e nada acrescentavam às suas vidas. Eram um corpo estranho. Pouco ou nada falavam.
Entre dores e clamores, lamentos e acusações, finalmente foi decretada a suspensão do toque dos sinos. A cidade parecia não ser mais a mesma. A população habituada a entender-se com os sinos e se sentir convocada para a oração, parecia perdida e abandonada.
No meio desta sentida ausência, uma criança perguntou à mãe: “mãe, onde foram os sinos?”. E a mãe respondeu: “Foram embora!”. E a criança inocente perguntou ainda: “Mas, quem os levou?”. A mãe respondeu: “Foram os que não gostavam deles que os enterraram no silêncio!”. “Então, os sinos morreram?”, perguntou o menino. “Não, meu filho, eles foram mortos!”, respondeu a mãe. O diálogo continuou, motivado pela perda e na mesma proporção da tristeza do povo.
Os novos habitantes da cidade se tornaram malvistos e rejeitados. A situação foi se tornando sempre mais grave, causando-lhes um mal-estar pior do que o estorvo dos sinos. Foi então que decidiram rever sua posição e começar um diálogo com a comunidade. O diálogo foi clareando a realidade e esta começou suscitar o respeito pela história e pelas tradições dos habitantes nativos. Não demorou muito que os sinos voltaram a tocar, ou então ressuscitaram para o menino preocupado.
Ignorar a história, ou ser indiferente a ela, constitui-se um dos grandes pecados, não só para a tradição judaica, mas para toda a pessoa educada. O respeito pela memória e sua evocação, também faz parte da fé cristã que valoriza a história de uma comunidade, com seus símbolos e sinais. Os sinos voltaram! Tantas vezes dar um passo atrás é sinal de sabedoria e capacidade de resgate daqueles valores que muito contribuem com a harmonia e o futuro de um povo.
Frei Luiz Turra, ‘No Coração da Vida’, Programas Radiofônicos Vol. 03.
Comece o Dia Feliz
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Wikipédia
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Origens
São Pedro de Alcântara nasceu em Alcântara, na Espanha, em 1499, descendente de uma nobre família. Era um menino simples, orante e de bom comportamento. Estudou na universidade ainda novo, mas soube igualmente destacar-se no cultivo das virtudes cristãs. Ao obedecer ao Mestre, o casto e caridoso jovem entrou para a Ordem de São Francisco, embora seu pai quisesse para ele o Direito.
Vida Sacerdotal
São Pedro de Alcântara foi ordenado sacerdote e tornou-se modelo de perfeição monástica e ocupante de altos cargos, que administrou até chegar, com vinte anos, a superior do convento, e, mais tarde, eleito provincial da Ordem.
Provincial Franciscano
Franciscano de espírito e convicção, era sempre de oração e jejum, poucas horas de sono, hábito surrado, grande pregador e companheiro das viagens. Como provincial, visitou todos os conventos da sua jurisdição, promovendo uma reforma de acordo com a regra primeira de São Francisco, da qual era testemunho vivo.
Conselheiro de Carlos V e João III
Conhecido, sem desejar, em toda a Europa, foi conselheiro do imperador Carlos V e do rei João III; além de amigo dos santos e diretor espiritual de Santa Teresa de Ávila. Esta atestou sobre ele depois da morte do santo: “Pedro viveu e morreu como um santo, e, por sua intercessão, conseguiu muitas graças de Deus”. Foi São Pedro quem obteve a autorização para que Santa Teresa fundasse, em Ávila, seu primeiro convento de carmelitas.
Páscoa
Considerado um dos grandes místicos espanhóis do século XVI e dos que levaram a austeridade até um grau sobre-humano, entrou no Céu com 63 anos, em 1562, após sofrer muito e receber os últimos Sinais do Amor (Sacramentos), que o preparou para um lindo encontro com Cristo. São Pedro de Alcântara soube vencer o corpo do pecado por meio de muita oração e muitas mortificações.
Via de Santificação
Foi beatificado por Gregório XV em 1622; em 1669, canonizado por Clemente IX. No ano 1826, foi declarado Padroeiro do Brasil por solicitação de Dom Pedro I, que tinha o santo como devoção particular de sua família.
Minha oração
“Ao nosso querido padroeiro, escolhido pela corte real, assim como elevado à corte celeste, sede o auxílio e proteção do povo brasileiro. Inspirai os políticos e representantes para que sigam os valores do evangelho e instalem o Reino de Cristo. Olhai para os mais excluídos dando a eles o necessário para encontrar Jesus. Amém.”
Canção Nova
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Os pagamentos do Bolsa Família referentes ao mês de outubro começam a ser feitos nesta segunda-feira (19), quando recebem os beneficiários com NIS terminado em 1. Na terça-feira (20), será a vez de quem tem NIS terminado em 2.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social (Secom), os demais pagamentos do mês serão unificados a partir de quarta-feira (21) como medida preventiva para mitigar os efeitos do super El Niño sobre as famílias classificadas como mais vulneráveis.
Com isso, o calendário será unificado na próxima quarta-feira, quando ocorrem os pagamentos de beneficiários com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.
Em nota, a pasta reforçou que o formato de pagamento unificado valerá também para os meses de novembro e dezembro, considerados períodos críticos do El Niño.
Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome indicam que, nos meses de agosto e setembro de 2026, foram registrados 518 reconhecimentos federais de situação de emergência e estado de calamidade pública – mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (253).
A alta, segundo a Secom, foi causada, sobretudo, pelas tempestades no Sul: chuva, granizo, vendaval e inundações foram responsáveis por 272 reconhecimentos este ano, contra 81 em 2025. O aumento também foi percebido no semiárido, onde reconhecimentos por estiagem e seca saltaram de 172 para 239.
A unificação de pagamentos do Bolsa Família já ocorreu em outros momentos emergenciais, como nas enchentes registradas no Rio Grande do Sul em 2024. À época, o pagamento foi unificado para 497 municípios gaúchos, que puderam acessar o benefício no primeiro dia do calendário.
“A unificação do calendário amplia a capacidade das famílias beneficiárias de se prepararem para os efeitos da seca, da escassez hídrica, das inundações e das interrupções no abastecimento”, avaliou a Secom no comunicado, citando a medida como “instrumento de proteção social adaptativa”.
Beneficiários que vivem em municípios que já estão em situação de emergência ou em estado de calamidade pública reconhecidos pelo governo federal vão receber o pagamento de forma unificada já nesta segunda-feira, primeiro dia do calendário.
Para receber o benefício, as famílias devem manter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado, atender aos critérios do programa e cumprir condicionalidades de saúde e de educação, como frequência escolar de crianças e adolescentes, vacinação em dia e acompanhamento pré-natal das gestantes.
A seis meses das eleições presidenciais, as cenas de destruição na França evocavam uma zona de guerra e eram o retrato da fragilidade do Estado sob o comando de Emmanuel Macron.
O apelo de Macron — “Quem destruiu deve pagar; quem saqueou, deve restituir” — pareceu diluir-se na apatia, enquanto a inação do governo alimentava críticas, e a oposição, em uníssono, exigia a renúncia do ministro do Interior, Laurent Nuñez.
Com os índices de aprovação do presidente em evaporação, na média de 15%, cresce o risco de uma conflagração sem precedentes no período pré-eleitoral, como observou Frédéric Dabi, diretor do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop).
“Coexistem dois cenários: uma arena política onde os candidatos debatem e tentam persuadir, e uma arena social que os ignora completamente por diversas razões”, ponderou ele, em entrevista à agência de notícias AFP.
A candidata da Reunião Nacional apoiou os revoltosos com o custo de vida, prometendo “libertar os franceses das políticas tóxicas de Macron” e protegê-los da violência da extrema esquerda. Le Pen, contudo, passou ao largo das propostas de austeridade de seu partido, consideradas bem mais radicais do que as do presidente.
Antes que assentasse a poeira dos saques e incêndios de sábado, as acusações entre o governo e a extrema esquerda ampliaram o volume. O líder da França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, condenou as pilhagens e a violência, esquivando-se das acusações de responsabilidade pelo caos, apontadas pelo premiê, Sébastien Lecornu.
De acordo com as pesquisas, o candidato da extrema esquerda está empatado com o candidato de centro-esquerda Raphael Glucksmann e o de centro-direita Edouard Philippe na disputa pela vaga do segundo turno nas eleições de maio. Mélenchon acusou Macron “de deixar a situação se deteriorar”, sem oferecer soluções para apaziguar a indignação.
Como observou o diretor do Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop), Frédéric Dabi, o país não teve tempo de se recuperar de incêndios, seca, aumento vertiginoso dos combustíveis e das sucessivas crises deflagradas nos últimos meses.
O Flamengo venceu o Bahia por 3 a 0 neste domingo e retornou ao topo da tabela do Brasileirão. Jorginho, Plata e Paquetá marcaram os gols do confronto disputado na Fonte Nova. O clube carioca chegou aos 67 pontos, um a mais que o Palmeiras. Mesmo jogando em casa, o time baiano não foi bem e foi dominado em casa.
O JOGO
O Flamengo teve inúmeras chances de abrir o placar no primeiro tempo. Carrascal de longe, Lino de perto, Pedro de cabeça... todos pararam no goleiro Ronaldo, que estava inspirado nos 45 minutos iniciais. O Bahia, mandante, pouco fez e não conseguiu criar tanto quanto o adversário.
Foi com Jorginho que o Flamengo abriu o placar, em cobrança de pênalti no segundo tempo. Não demorou muito para Lino acertar um belo cruzamento para Plata ampliar. Paquetá fechou a conta com um golaço com dois dribles e uma linda finalização. 3 a 0 para o Flamengo.
O resultado coloca o Flamengo de volta ao topo da tabela, com 67 pontos. O Palmeiras está um ponto atrás, com 66. O Bahia é o 7º, com 49 pontos. Na próxima rodada, o time carioca enfrenta o Atlético-MG no dia 26 de outubro, enquanto o Bahia joga no sábado contra o Santos.
A ousadia de Cuca foi premiada no Maracanã! Na primeira vez em que apostou no quadrado ofensivo com Neymar, Gabigol, Coutinho e Everton Cebolinha juntos, o Santos até teve dificuldade no primeiro tempo, mas se reencontrou na volta do intervalo e venceu o Fluminense de virada. Castillo abriu o placar para o Tricolor, mas Gabigol e Coutinho garantiram o 2 a 1 na tarde deste domingo, pela 31ª rodada do Brasileirão.
Olho na tabela
Com a vitória, o Santos chegou aos 45 pontos, na oitava colocação no Brasileirão, e volta a jogar no próximo sábado, às 21h (de Brasília), diante do Bahia, na Vila Belmiro, pela 32ª rodada. O Fluminense perdeu a chance de voltar para a terceira colocação e caiu para o quinto lugar, com 51 pontos, superado pelo Cruzeiro. Agora, o Tricolor volta as atenções para a Libertadores, e decide uma vaga na final diante do Palmeiras, quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), em São Paulo, após derrota por 2 a 1 no jogo de ida. Pelo Brasileirão, o próximo compromisso é com a Chapecoense, sábado, às 19h30, na Arena Condá.
O Santos apostou em uma formação ofensiva, colocou em campo o quarteto com Neymar, Coutinho, Cebolinha e Gabigol, mas foi o Fluminense quem controlou as ações na etapa inicial. Com uma marcação forte a partir da intermediária defensiva, o Tricolor contou com Lucho Acosta em tarde inspirada para avançar ao ataque de maneira objetiva e levar perigo, principalmente pelos lados do campo. Logo aos quatro minutos, Castillo aproveitou vacilo da defesa santista para ficar com a sobra de escanteio e fazer o gol de canela. Por mais que o Santos tentava conectar seu quarteto ofensivo, faltavam espaços, e era o Flu quem mais levava perigo aproveitando a fragilidade do adversário na marcação. Na reta final do primeiro tempo, o Peixe até melhorou, trocou passes mais próximo da área, mas a melhor chance surgiu já nos acréscimos após erro na saída de bola tricolor, que Neymar aproveitou para chutar no cantinho. Fábio voou e garantiu o 1 a 0 no intervalo.
Cuca apostou na formação inicial e voltou sem mudanças de peças no intervalo. O Santos, por sua vez, apresentou outra postura, subiu a marcação e teve seus homens de frente mais próximos buscando se associar com a bola. Deu certo. Aos quatro minutos, Cebolinha tocou para Neymar, que serviu Rodinei para cruzamento que encontrou Gabigol: 1 a 1. Golaço. O cronômetro nem marcava dez minutos quando veio da virada também em jogada de pé em pé. Gabigol tocou para Neymar, que foi desarmado por Ignácio. Bontempo foi esperto e logo serviu Coutinho, que marcou de cabeça o primeiro gol com a camisa do Peixe. Em desvantagem, Marcão trocou peças, apostou em Hulk, Ganso, Wesley Natã, Serna e Savarino. Ainda assim, as melhores chances foram dos santistas com Neymar, que carimbou a trave, Rony e Rolheiser, que pararam em Fábio. No fim, a aposta de Cuca no talento deu certo. O Santos fez a festa no Maracanã, e o Fluminense vai ainda mais pressionado para a decisão na Libertadores.
"Pessoalmente, acho que foi bom conseguir jogar este tempo todo depois de um mês sem jogar um jogo oficial. Mas, coletivamente, acho que não foi um bom jogo. Acho que o começo do segundo tempo, 10, 15 minutos, é que nos custou o resultado. Mas é levantar a cabeça, ver o que fizemos de bom no primeiro tempo, ficar com isso, para que na quarta-feira este mau resultado de hoje não nos possa afetar e que possamos reverter o resultado lá em São Paulo".
Coutinho marcou o primeiro gol com a camisa do Santos, após ficar um longo período fora dos gramados, e comemorou:
"Feliz demais em voltar a sentir essa emoção de marcar um gol. Principalmente neste estádio, que tem tanta história. Saio feliz, a família feliz, fizemos um grande jogo, vencemos bem. Agora, é trabalhar durante a semana e fazer mais um grande jogo semana que vem"
O Cruzeiro aproveitou a fase do Grêmio e, mesmo atrás do placar duas vezes, virou e ganhou por 4 a 2. Kaio Jorge, três vezes, e João Marcelo marcaram para a Raposa na tarde deste domingo na Arena. Carlos Vinicius, de pênalti, e Pavón, fizeram os do Tricolor, ambos na etapa inicial. Kannemann ainda foi expulso no segundo tempo, ao reclamar da arbitragem. Irritada, a torcida ainda gritou “time sem vergonha” ao término da partida e vaiou o time. O resultado afunda o Tricolor na zona de rebaixamento, enquanto a Raposa, que está em quarto, torce por um tropeço do Bahia contra o Flamengo para seguir na posição. Os mineiros têm 51, dois a mais que o time de Rogério Ceni, o sexto.
1º tempo
Logo aos 14 minutos, o árbitro João Vitor Gobi marcou pênalti em Krovinovic. Carlos Vinícius só teve o trabalho de deslocar Otávio e mandar no lado direito para abrir o placar para o Grêmio. O Cruzeiro não demorou a empatar. Aos 22, após bote errado de Gustavo Martins, Kaio Jorge aproveitou e chutou no canto direito de Weverton. O jogo seguiu movimentado. Dois minutos depois, o Tricolor quase recuperou a vantagem. Pavón arriscou de fora da área, mas Otávio espalmou. Aos 32, Kaio Jorge caiu na área após choque com Diego Caito. A bola sobrou para Gerson, que acertou o travessão. O Grêmio voltou a ficar à frente do placar no fim do primeiro tempo. Pavón aproveitou o rebote fora da área e chutou sem chances de defesa a Otávio.
2º tempo
O Cruzeiro voltou do intervalo e logo empatou. Com quem? Kaio Jorge, claro! Aos 2, Matheus Pereira encontrou o artilheiro, que só teve o trabalho de superar Weverton e deixar tudo igual. Aos 12, Pavón cobrou falta, mas mandou no meio da torcida. Três minutos depois, Kaio Jorge, sempre ele, ganhou na velocidade de Gustavo Martins, invadiu a área e marcou o terceiro. O Cruzeiro teve a chance do quarto. Gerson tocou para Kaio Jorge, que demorou na decisão. Aos 28, Kannemann se descontrolou e acabou expulso. O Cruzeiro ainda fez mais um, aos 34, com João Marcelo, que dominou no peito e marcou um belo gol. O Tricolor tentou diminuir com Pavón de falta, mas Otávio brilhou. Nos acréscimos, Weverton tentou um chute, que mandou longe do gol. A torcida ainda gritou “time sem vergonha” após mais um fracasso.
Kaio Jorge mostrou que brilha contra o Grêmio. O artilheiro do Cruzeiro fez três e chegou ao 10º gol em nove partidas contra o Tricolor. No ano passado, também fez três, na goleada por 4 a 1 no Mineirão.
Com o resultado, o Grêmio segue com 31 pontos e está em 18º lugar no Brasileirão. O Cruzeiro tem 51 e ocupa o quarto posto na tabela.
Na próxima rodada, o Grêmio enfrenta o Coritiba. A partida será disputada no dia 26 de outubro, às 19h30, no Couto Pereira. O Cruzeiro volta a campo na sexta, quando recebe o Remo, às 20h, no Mineirão