Outubro 23, 2026

    Arimatea

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    Athletico-PR e Atlético-MG entregaram um jogo digno de times que brigam na parte de cima da tabela do Campeonato Brasileiro. Do primeiro ao último minuto. O resultado? Um empate em 2 a 2 nesta noite de quinta-feira na Arena da Baixada, com direito a um gol aos 51 minutos do segundo tempo, que evitou a derrota para do Alvinegro. Antes, o Furacão marcou seus gols com Viveros e Vargas - um aos 47 minutos. Já o Galo balançou as redes com Viveros (contra) e Lyanco.

    Correria no 1º tempo, um gol para cada lado

    Os Atléticos entregaram um primeiro tempo movimentado na Arena da Baixada. Depois de sete minutos de calmaria, o duelo pegou ritmo, principalmente para o time da casa, que saiu na frente. Em jogada trabalhada, Esquivel encontrou Gilberto pela direita, que acionou Vargas na entrada da área. O camisa 18 ajeitou e finalizou sem tanta força. A bola desviou no Lyanco e foi para o fundo do gol. O Furacão manteve a intensidade e só não aumentou porque parou em uma ótima atuação do goleiro Gabriel Delfim. Jadson e João Cruz ficaram lamentando as oportunidades criadas. O Galo só reagiu quando teve uma falta pela direita, aos 27 minutos. Bernard cobrou, a bola desviou em Viveros e não deu chances de defesa para Mycael. Depois do gol, o Alvinegro entrou no jogo, que virou de trocação, e começou a incomodar mais o rubro-negro. Chutes de fora da área e um voleio de Bernard, que colocou Mycael para trabalhar. A equipe terminou melhor o primeiro tempo e por pouco não foi para o intervalo com uma virada.

    Expulsão e gol salvador no fim

    O segundo tempo continuou agitado. Victor Hugo teve chance dentro da área, mas mandou para fora. Em resposta, logo depois, Viveros foi lançado na pequena área, mas Gabriel Delfim pulou na bola e afastou a  chance clara. Em seguida, Luiz Gustavo arriscou de fora da área, e o goleiro alvinegro defendeu de novo. Também de fora da área, Bernard quase virou o jogo, levando perigo em chute por cima do gol. Maycon também arriscou e obrigou Mycael a fazer grande defesa. Aos 18, Leozinho cruzou com liberdade pra a segunda trave. Claudinho finalizou, Gabriel Delfim espalmou e o jogador do Furacão tocou para o gol. Entretanto, a arbitragem marcou falta do finalizador. No lance seguinte, Cuello mandou uma bomba e mandou no travessão. Leozinho também arriscou de fora da área, bola foi no canto direito, e Gabriel Delfim fez a defesa novamente. Aos 27, após revisão do VAR, Tomás Pérez foi expulso por falta em Viveros, que ficaria cara a cara com Delfim. O goleiro do Galo fez uma defesa plástica aos 31, em chute com efeito de Leozinho, visando o ângulo. Pouco depois, Claudinho levou perigo em chute desviado. No primeiro lance em campo, Zapelli quase marcou o segundo do Athletico. A bola passou perto do travessão. O gol da vitória paranaense veio nos acréscimos e de forma bizarra. Lyanco tentou afastar a bola, que resvalou em Viveros e foi parar no fundo do gol. Lyanco se redimiu logo depois. Em ataque do Galo, recebeu na área e mandou uma bomba, empatando o jogo.

    Do erro ao gol de empate: Lyanco!

    O camisa 13 do Atlético-MG terminou o jogo como um dos protagonistas da partida. No lance do gol da virada do Athletico-PR, é ele que chuta em Viveros - ao tentar cortar - e acaba resultando no gol do Furacão. Minutos depois, aos 51 minutos do segundo tempo, ele aparece na área para deixar tudo igual.

    Como fica?

    O Athletico-PR fica na quarta colocação, com 50 pontos. Já o Atlético-MG é o sétimo colocado, com 44 pontos.

    Agenda

    O Athletico-PR a campo na segunda, quando visita a Chapecoense, às 19h30. Já o Atlético-MG recebe o Santos no domingo, às 16h, na Arena MRV. Ambos os jogos são válidos pela 30ª rodada do Braisleiro.

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    O ex-candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) declarou nesta quinta-feira (8) apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    “Tive com Flávio uma longa conversa, olho no olho, sem filtros e sem rodeios. Disse-lhe claramente que não participaria de seu governo e que minha independência de pensamento seria inegociável”, afirmou em nota divulgada pela assessoria de imprensa.

    Flávio Bolsonaro recebeu mais de 56 milhões de votos e enfrentará, no segundo turno, Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à reeleição, que recebeu 53,8 milhões de votos. Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos; Lula ficou com 45,15%.

     

    Mais cedo, Cury e Flávio se falaram por videochamada. Na conversa, o ex-candidato pediu que o senador se comprometesse publicamente com propostas defendidas por Cury durante sua campanha.

    Cury afirmou ainda que o apoio não envolve negociação de cargos, privilégios ou vantagens pessoais e será acompanhado de cobrança pelo cumprimento dos compromissos assumidos.

    "A confiança de Augusto Cury não constitui um cheque em branco. Trata-se de um voto de confiança condicionado ao cumprimento dos princípios e compromissos aqui assumidos, à transparência, à responsabilidade fiscal, ao respeito às instituições democráticas e à prestação permanente de contas às instituições e à sociedade brasileira", diz o documento.

     

    "O apoio será sempre acompanhado do direito de cobrar, questionar, criticar e exigir coerência entre as palavras e os atos".

    Augusto Cury recebeu 3.448.569 votos no primeiro turno. O candidato do Avante foi o terceiro colocado na disputa com 2,89% dos votos válidos.

    Flávio agradeceu o apoio do ex-candidato e que a conversa com Cury foi "uma surpresa muito agradável". 

    "Então Augusto Cury, obrigado aí pelo seu apoio e de coração. Parabéns pela pessoa que você é. Porque essa forma como você conversa sobre o seu apoio, a gente percebe que é de coração, é por ideais, é por propósitos", disse o senador. 

    "Só que gente, todo mundo que está dando apoio. Não é carta em branco para Flávio Bolsonaro não. Não é a carta em branco porque eu vou escrever esse livro, essas novas páginas do Brasil junto com cada um de vocês junto com Augusto Cury com todo mundo que vai participar do resgate do Brasil junto comigo", afirmou Flávio.

    De acordo com o ex-candidato, o compromisso público reúne oito pontos: 

    • Fim da reeleição presidencial, com defesa da alternância de poder e da renovação democrática.
    • Transformação da saúde, com ampliação da telemedicina e do acesso à medicina moderna.
    • Proteção integral às mulheres, com uso de tecnologia e enfrentamento da violência.
    • Transformação da educação, com valorização dos professores e melhores salários.
    • Financiamento de até dez milhões de microempresas, para estimular o empreendedorismo e a geração de empregos.
    • Fortalecimento do cooperativismo, com defesa do ato cooperativo, apoio às cooperativas e verticalização agroindustrial.
    • Valorização da agricultura, com a meta de dobrar a produção sustentável de alimentos em dez anos.
    • Pacificação nacional, com um governo para todos os brasileiros, independentemente de suas convicções políticas, e combate à corrupção. 

    Apoios no segundo turno

    O anúncio de Augusto Cury engrossa a lista de apoios recebidos por Flávio Bolsonaro no segundo turno.

    Nesta quinta, o Podemos anunciou que vai apoiar Flávio na disputa.

    Nesta quarta-feira (7), a ex-candidata à Presidência Clariana Barão, do Democracia Cristã, declarou apoio ao candidato do PL e afirmou que terá “compromisso irrestrito” com a candidatura de Flávio Bolsonaro.

    Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva disputarão o segundo turno em 25 de outubro. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro teve 47,03% dos votos válidos, e Lula, 45,16%.

     
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    Portal Santo André em Foco

    Na volta da propaganda eleitoral no rádio e na TV nesta sexta-feira (9), no segundo turno, o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, pretende manter o foco em temas ligados ao cotidiano dos eleitores.

    Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve reduzir o espaço dedicado à defesa de seu legado e reforçar a estratégia do medo e das consequências de uma volta da família Bolsonaro ao Palácio do Planalto.

    A primeira pesquisa Datafolha do segundo turno veio dentro do esperado pela equipe de Flávio Bolsonaro.

    O candidato passou dos 47% obtidos nas urnas no primeiro turno para 52% dos votos válidos na pesquisa. Lula, que teve 45% no primeiro turno, aparece com 48%.

    O comando da campanha de Lula avalia que a disputa "não está definida" diante do um empate técnico.

    Flávio Bolsonaro vai trabalhar para ampliar a vantagem e aposta nos apoios obtidos nesta semana. A campanha de Lula, por sua vez, acredita que pode reverter o cenário e chegar a um empate numérico já na próxima semana, com a intensificação das ações no Nordeste e nas redes sociais.

    Mudanças na campanha

    As recentes mudanças na coordenação da campanha petista também devem se refletir na comunicação do candidato.

    Nos últimos dias, lideranças do PT no Nordeste passaram a integrar o núcleo central da campanha. Entre elas estão o senador Camilo Santana (PT-CE) e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT).

    A avaliação defendida por esse grupo é que Lula deve reduzir o espaço dedicado à apresentação de seu legado e explorar mais o temor que uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro provoca em parte do eleitorado.

    Nos últimos dias, peças divulgadas pela campanha de Lula nas redes sociais afirmaram que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro poderia levar a cortes em programas sociais. Parte desse conteúdo foi retirada do ar por determinação da Justiça Eleitoral.

    A campanha de Flávio Bolsonaro, por outro lado, promete dedicar a propaganda eleitoral principalmente às propostas. A avaliação interna é que a estratégia de falar sobre problemas do cotidiano funcionou no primeiro turno.

    Flávio deverá apresentar, entre outras medidas, propostas para a redução do endividamento das famílias.

    A campanha também pretende responder às acusações petistas de que programas sociais sofreriam cortes em um eventual governo do candidato do PL.

    Nesse ponto, o programa deverá recorrer ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e ao aumento do benefício pago às famílias de baixa renda às vésperas da eleição de 2022.

    A campanha também deverá explorar a nova composição do Congresso, que saiu das urnas, para defender o argumento de que Flávio teria melhores condições de governabilidade caso seja eleito.

     
    g1
    Portal Santo André em Foco

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (9) ter recebido trechos de um relatório da Segurança da Corte que, segundo ele, reúne milhares de mensagens com ameaças de assassinato e de outras agressões contra ele.

    Em uma publicação nas redes sociais, Dino afirmou que as ameaças não vão alterar sua atuação como ministro e disse que um juiz não pode deixar de tomar decisões por medo de sofrer perseguições pessoais. 

    "Mas fica uma reflexão essencial: se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário. Nem Constituição", afirmou. 

    Dino disse ainda que, em 37 anos como servidor público, nunca respondeu a processo criminal. Para o ministro, as ameaças são resultado da "repetição de mentiras".

    "O ódio exposto nas mensagens deriva da repetição de mentiras, visando causar violência", escreveu.

    O ministro também afirmou que quem discorda de uma decisão judicial deve contestá-la pelos mecanismos previstos no próprio Judiciário, recorrendo aos órgãos colegiados competentes.

    "Se as pessoas não concordam com decisões judiciais, elas podem recorrer aos Colegiados competentes. Não precisa matar o juiz que tomou a decisão, nem fazer discursos raivosos incitando perseguições e agressões", declarou.

    Ao falar sobre sua própria atuação, Dino afirmou que não pretende mudar sua conduta em razão das ameaças.

    "Em nada alterarei a minha atuação profissional, pois nunca minha perna ou minha mão tremeram, nem minha voz se alterou", escreveu.

    A mensagem publicada por Dino traz uma foto com trechos das ameaças direcionadas não só a ele como a outros ministros da Corte.

     
    R7 com Estadão Conteúdo
    Portal Santo André em Foco

    O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52,8%, ante 47,2% de Lula, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9). Os números se referem aos votos válidos — quando são desconsiderados os brancos, nulos e indecisos. Os que pretendem votar em branco ou nulo ou não sabem somam 3,2%. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos.

    O levantamento também mostra a preferência dos entrevistados conforme o voto declarado no primeiro turno.

    Entre os que dizem ter votado em Ronaldo Caiado (PSD), 54,9% escolhem Flávio e 26,9%, Lula. No eleitorado de Augusto Cury (Avante), o presidente tem 50,4%, contra 38,9% do senador. Entre os eleitores de Renan Santos (Missão), Flávio registra 40,3% e Lula, 28,1%, enquanto 31,6% indicam branco, nulo ou não sabem.

    Caiado e Cury declararam apoio a Flávio neste segundo turno. Já Renan optou pela neutralidade.

    A pesquisa ouviu 5.026 eleitores online entre 3 e 8 de outubro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03663/2026.

    Recorte por gênero

    Flávio Bolsonaro tem mais apoio entre os homens, com 57,7%, contra 36,9% de Lula. Já o presidente se sai melhor entre as mulheres: tem 53,6%, diante de 45,2% do senador.

    Recorde por região

    Flávio está à frente em quatro regiões. Suas maiores vantagens estão no Centro-Oeste, onde tem 65,7% contra 33,6% de Lula, e no Sul, com 64,5%, ante 34,3%. No Sudeste, o senador tem 54,4% e o presidente, 42,9%. No Norte, a diferença é menor: 51,1% a 48,5%.

    Lula se sai melhor no Nordeste, onde registra 57,6%, contra 36,2% de Flávio.

    Recorte por religião

    Entre os evangélicos, Flávio tem 72,7%, ante 23,5% de Lula. Entre os católicos, os dois têm índices próximos: 49% para o presidente e 48,7% para o senador.

     
    R7 com Estadão Conteúdo
    Portal Santo André em Foco

    A primeira pesquisa Datafolha do 2º turno mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula (PT). O Datafolha diz que a distância de quatro pontos entre eles configura um empate técnico no limite da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com maior probabilidade de Flávio Bolsonaro estar à frente.

    Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 52%, e Lula, 48%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo.

    Resultado em votos totais - pesquisa estimulada: 

    • Flávio Bolsonaro (PL): 49%
    • Lula (PT): 45%
    • Em branco/nulo/nenhum: 5%
    • Indecisos: 1% 

    Resultado em votos válidos 

    • Flávio Bolsonaro (PL): 52%
    • Lula (PT): 48% 

    Para calcular os votos válidos, o Datafolha exclui quem declara voto nulo ou em branco e os indecisos. O número de votos válidos é o que a Justiça Eleitoral usa para determinar os resultados das eleições.

    Alguns destaques da pesquisa: 

    • 46% dos eleitores de Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Caiado (PSD) e Zema (Novo) no 1º turno migram para Flávio Bolsonaro.
    • 32% declaram voto em Lula agora.
    • 15% dizem que votam em branco ou nulo.
    • Lula tem vantagem entre eleitores com escolaridade fundamental (55% a 41%), no segmento com renda até 2 salários (52% a 41%), entre católicos (53% a 41%) e no Nordeste (61% a 35%).
    • As maiores vantagens de Flávio Bolsonaro são registradas entre evangélicos (69% a 25%) e na região Sul (58% a 35%).
    • 46% rejeitam exclusivamente Lula, 43% rejeitam exclusivamente Flávio Bolsonaro, 3% rejeitam ambos e 8% não rejeitam nenhum dos dois. 

    Grau de definição do voto 

    Segundo a pesquisa, 94% dos eleitores dizem estar totalmente decididos sobre o voto e 6% afirmam que ainda podem mudar de ideia. 

    25% votam em Flávio para derrotar Lula 

    Segundo o Datafolha, 76% dos eleitores entrevistados afirmam que vão votar no seu candidato porque acham que ele é a melhor opção. Outros 19% afirmam que vão votar para derrotar o adversário.

    Os índices são diferentes entre eleitores de Flávio Bolsonaro e Lula.

    Eleitores de Flávio Bolsonaro 

    • Voto porque é o melhor candidato: 69%
    • Voto para derrotar o outro candidato: 25%
    • Outras respostas: 4%
    • Não sabe: 2% 
     

    Eleitores de Lula 

    • Voto porque é o melhor candidato: 83%
    • Voto para derrotar o outro candidato: 13%
    • Outras respostas: 3%
    • Não sabe: 1% 

    Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem ver antes os nomes dos candidatos, 46% citaram Flávio Bolsonaro, 44% apontaram Lula como candidato, 5% declararam voto em branco, nulo ou nenhum e 4% estão indecisos.

    O Datafolha ouviu 2.520 pessoas de 16 anos, entre os dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-0949/2026.

    Conforme os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Flávio Bolsonaro terminou o 1º turno com 47,03% dos votos, contra 45,16% de Lula.

    A diferença entre eles foi de cerca de 2,2 milhões de votos. Veja os dados completos da apuração. 

    Aprovação do governo Lula 

    • Desaprovam: 49% (eram 49% na pesquisa anterior)
    • Aprovam: 48% (eram 48%)
    • Não sabe: 2% (eram 3%) 

    Avaliação do governo Lula

    • Ruim/péssimo: 40% (eram 41%)
    • Ótimo/bom: 35% (eram 35%)
    • Regular: 24% (eram 23%)
    • Não sabe: 1% (era 1%)
     
    g1
    Portal Santo André em Foco

    O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (8) que a área técnica do tribunal libere o acesso de seu gabinete a investigações que tramitam sob sigilo na Suprema Corte e que atingem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados. 

    Entre os processos que o ministro quer analisar estão os inquéritos das fake news, da milícia digital, as investigações que levaram às condenações de Bolsonaro e aliados na chamada trama golpista, além da apuração sobre a falsificação de cartões de vacina. 

    A decisão de Fux foi tomada numa ação do Progressistas (PP), partido que apoia o senador Flávio Bolsonaro na candidatura à Presidência da República, apresentada em abril de 2024, parada desde então.

     

    Esse pedido foi apresentado pelo PP contra decisão do ministro Alexandre de Moraes, relator dos casos, que determinou a apuração separada e sigilosa, por meio de uma petição, dos fatos que levaram à operação Tempus Veritatis.

    A operação investigou uma tentativa de golpe por parte da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    O PP argumenta que a decisão de Moraes fere preceitos da Constituição, como a dignidade da pessoa humana, o juiz natural, a segurança jurídica, a vedação a juízo de exceção o devido processo legal e o contraditório.

    O partido questiona a definição de Moraes como relator desses casos e cita que, ao longo dos anos, foram tomadas centenas de decisões e despachos sigilosos Fux argumenta que parte do material já está sem sigilo e foi fornecida a advogados.

    Segundo o ministro, o acesso é necessário para análise dos pedidos do partido.

    "Se a defesa tem acesso aos elementos documentados, a fortiori o tem o ministro desta Corte a quem incumbe decidir sobre a constitucionalidade do procedimento. O Tribunal não pode saber menos do que as partes sobre o que o Tribunal faz", escreveu.

    Fux afirmou que não está fazendo nenhuma análise preliminar do caso.

    "Nada do que aqui se decide antecipa juízo sobre a validade do ato impugnado, sobre a existência de conexão entre os feitos, sobre a competência desta Corte para as investigações ou sobre o cabimento da arguição. São questões que serão enfrentadas, se for o caso, depois de instruído o feito", disse.

    O ministro discordou da manifestação do PDT contra a viabilidade da ação.

    "Não prospera a alegação do PDT de que a arguição seria manifestamente incabível e a instrução seria inútil, apoiada na ADPF 1.124 e nas decisões monocráticas que a precederam. A objeção confunde o juízo de admissibilidade com a sua antecipação", escreveu o ministro.
     
     
    g1
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    O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, citou nesta quinta-feira (8) o escritor Augusto Cury (Avante), terceiro colocado no primeiro turno, ao comentar o apoio formal do Podemos à sua candidatura.

    A menção foi feita na mesma entrevista coletiva em que o senador defendeu o fim do split payment, mecanismo de recolhimento de impostos previsto na reforma tributária.

    Cury terminou a primeira etapa da eleição com mais de 3,4 milhões de votos, o equivalente a 2,89% dos válidos. É o maior eleitorado entre os candidatos que ficaram fora da disputa entre Lula (PT) e Flávio, e passou a ser alvo das duas campanhas.

    Ao lado da presidente do Podemos, a deputada federal Renata Abreu (SP), Flávio classificou a adesão do partido como um apoio ideológico e atribuiu a Cury a ideia que, segundo ele, orienta essa aliança.

    “Esse apoio do Podemos hoje é muito mais do que um apoio político, ele é um apoio ideológico, um apoio para fazer o bem para as pessoas, porque 90% das dores dos seres humanos não têm coloração partidária”, disse ele, emendando a citação ao candidato cortejado. ”Isso eu aprendi com o professor Augusto Cury, eu penso dessa forma”, disse o senador.

    Cury pediu paciência

    Cury, por sua vez, ainda não declarou apoio a nenhum dos dois candidatos. Na noite do primeiro turno, no domingo (4), ele anunciou que pretende deixar a vida política e afirmou que não vai se manifestar sobre a segunda etapa da disputa.

    Na quarta-feira (7), porém, ele deu indicações de que mudou de ideia. Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-candidato pediu paciência aos seus seguidores e que aguardem sua manifestação de apoio para o segundo turno.

    “Eu preciso conversar olho no olho com quem eu tenho de conversar. E será breve. Eu falarei sobre pautas importantes, inclusive para pacificar esse país tão dividido, tão dilacerado. Essa guerra de ódios tem de terminar e nós temos de falar de projetos importantíssimos”, afirmou na publicação.

    Ele disse que em breve irá se pronunciar e tornou a pedir paciência aos eleitores e seguidores. “Quem não é amigo da paciência, não é amigo da sabedoria. Quem não é amigo da sabedoria toma atitudes precipitadas e inadequadas. Em breve, eu me pronunciarei e, por favor, aguardem.”

     

    R7
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    O candidato do PT à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), divulgou nesta quinta-feira (8) uma série de vídeos nas redes sociais, nos quais celebra o Dia do Nordestino e afirma que, se Flávio Bolsonaro vencer as eleições, o presidenciável do PL cortará o Pé-de-Meia e recursos de outros programas sociais, como o Farmácia Popular e o Minha Casa, Minha Vida.

    ?O Pé-de-Meia é um programa de combate à evasão escolar no ensino médio público, com a criação de uma poupança para estudantes. O Minha Casa, Minha Vida facilita o acesso à moradia própria para famílias de baixa renda. O Farmácia Popular garante acesso gratuito ou com descontos a medicamentos essenciais para tratamento de doenças crônicas.

    O petista também disse que Flávio congelará o salário mínimo e as aposentadorias, o que o candidato do PL tem negado.

    No próximo dia 25, os eleitores vão voltar às urnas para definir quem governará o Brasil pelos próximos quatro anos. Flávio ficou em primeiro lugar, no primeiro turno, com mais de 56,1 milhões de votos. Já Lula teve 53,8 milhões de votos. 

    "Quando eles [a campanha de Flávio] falam em cortar R$ 200 bilhões, ele vão cortar no Pé-de-Meia, no Farmácia Popular, no Minha Casa, Minha Vida, na merenda escolar, no Gás do Povo, não vão dar aumento para salário mínimo dos trabalhadores acima da inflação, e não vão dar aumento para os aposentados", disse Lula em um dos vídeos. 

    Em outra gravação para as redes, Lula celebra o Dia do Nordestino, comemorado em 8 de outubro, e diz que tem muito orgulho de ter nascido em Caetés, no estado de Pernambuco.

    Ele agradece aos eleitores da região, na qual derrotou Flávio Bolsonaro, e também afirma que os nordestinos têm "consciência política", "generosidade" e "amor pelo país".

    Em um terceiro vídeo nesta quarta, Lula volta a defender a aprovação da PEC da Segurança Pública, que amplia a participação da União no setor, que atualmente é uma atribuição, principalmente, dos estados.

     

    Ele divulgou ainda um vídeo em que cita Flávio Bolsonaro e cobra do adversário na disputa eleitoral uma posição sobre a votação no Senado da PEC do fim da escala 6x1. 

    "Pare de inventar lorota, coloque [a bancada do PL] para votar e vamos dar ao povo brasileiro o direito de descansar e ter uma jornada de trabalho civilizada", disse o petista.

    Recomendação de aliados

    A maior presença de Lula nas redes sociais atende a uma recomendação feita por aliados e integrantes da campanha do petista à reeleição.

    Recentemente, o petista admitiu que tinha resistência a gravar conteúdos para plataformas digitais, mas que, após o segundo lugar no primeiro turno da votação, decidiu seguir a orientação.

     

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    O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fez nesta quinta-feira (8) um aceno a governadores que se elegeram sem seu apoio. Durante encontro com governadores do PL e de partidos aliados, Flávio citou Raquel Lyra (PSD), eleita por Pernambuco.

    “Quero falar para aqueles governadores e governadoras que não nos apoiam ou não são do nosso campo político, como a Raquel Lyra, lá em Pernambuco, só para ficar um exemplo, que vou ser um presidente da República que vai ajudar os cidadãos de cada estado, independentemente da coloração partidária do governador”, declarou, durante o evento em Brasília.

    Em tom como se já estivesse eleito, Flávio disse ter começado a receber demandas dos governadores eleitos, como a de Cleitinho (Republicanos), sobre a dívida de Minas Gerais, mas disse que precisará se inteirar sobre a situação do Governo Federal.

    “Pretendo governar com time, olhando para cada Estado e reconhecendo as diferenças e necessidades, e ajudando, na medida do possível. O primeiro dever de casa é arrumar a própria casa. Deixa eu ver o tamanho do buraco em que Lula nos enfiou”, falou.

    O presidenciável afirmou ainda que pretende se inspirar em projetos estaduais, como o SmartSampa, em São Paulo, e criar o “SmartBrasil”.

    Corrigindo Tarcísio

    Em determinado momento, Flávio corrigiu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que havia pedido aos colegas que não desmobilizassem “acampamentos” ou seja, a militância.

    Em tom de brincadeira, Flávio falou: “Qualquer palavra que falamos aqui que fuja um pouco do contexto, já distorcem. Tarcísio, não são os acampamentos para a gente não desmobilizar, são nossos comitês eleitorais”, disse, evitando associar os grupos políticos de apoio a ele com os acampamentos montados por bolsonaristas após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) em 2022.

    Flávio diz que terá pragmatismo com relações exteriores

    Flávio reiterou que terá uma gestão com pragmatismo nas relações exteriores.

    “Olha o isolamento do Brasil perante o mundo. Brasil se aproximou do que há de pior no mundo, virou costas para grandes democracias desenvolvidas. ... Não vou escolher lado. Meu lado será o do Brasil, independentemente de ser Brasil, China, Israel, Oriente Médio, Argentina, Índia, não importa”, disse em reunião com governadores eleitos pelo PL e por partidos aliados, em Brasília.

     
    R7
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