Outubro 23, 2026

    Arimatea

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    A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (20) a parcela de outubro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3 a 0.  Neste mês, 19,3 milhões de família foram beneficiadas, com o valor médio do benefício em R$ 782,92.

    Por causa do aumento nos benefícios, o valor da folha de pagamentos aumentou de R$ 13 bilhões em setembro para R$ 15 bilhões em outubro.

    Os moradores de 194 municípios de sete estados receberam o crédito na segunda-feira (19), independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Acre (22), Amazonas (3), Paraíba (31), Paraná (10), Rio Grande do Norte (111), Roraima (6), São Paulo (8) e Sergipe (3).

    A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. No entanto, por causa do fenômeno climático El Niño, o governo concentrou os dias de pagamento em três dias por mês até dezembro.

    Os beneficiários com NIS terminado em 1 receberam os pagamentos nesta segunda-feira (19). Na terça-feira (20), foi a vez de quem tem NIS terminado em 2. O calendário foi unificado na quarta-feira (21), com o pagamento, na mesma data, aos beneficiários com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.

    O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Com o reajuste anunciado em setembro, que entrou em vigor em outubro, o valor mínimo corresponde a R$ 691. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 58 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 58 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 173, a famílias com crianças de até 6 anos.

    Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

    Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

     
    Agência Brasil
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    O papa Leão XIV realizou nesta quarta-feira (21) sua 1ª audiência semanal no Vaticano após uma cirurgia que retirou um câncer de seu pulmão. Ele passeou de papamóvel, acenou para os devotos e foi ovacionado pelo público, que celebrou sua volta.

    Esta foi a primeira vez que Leão XIV voltou à Praça de São Pedro desde a cirurgia, realizada na semana passada. O pontífice de 71 anos, que no domingo prometeu retomar gradualmente suas funções à frente da Igreja Católica, ficou em pé na parte traseira do veículo enquanto percorria a praça, acenando, sorrindo e parando para conversar com os peregrinos.

    "A primeira coisa que quero dizer a vocês é obrigado pelo apoio e pelas orações", disse Leão XIV em suas considerações iniciais, durante o evento de 50 minutos, sem mencionar especificamente seu estado de saúde. 

    "Graças a Deus por sua generosidade", afirmou o papa, falando com voz firme enquanto os fiéis aplaudiam e gritavam na praça. "Vamos renovar nossa confiança na bondade e na misericórdia de Deus." 

    A audiência desta quarta-feira, a primeira conduzida pelo papa desde 7 de outubro, seguiu o formato habitual e foi realizada normalmente por Leão XIV. 

    • O papamóvel subiu a ladeira da Praça de São Pedro e deixou o pontífice atrás do altar, como vinha ocorrendo nas audiências anteriores à cirurgia.
    • Uma multidão de milhares de fiéis estava presente para o evento. Eles começaram a se reunir na Praça de São Pedro horas antes do início do evento sob garoa e um céu cinzento. 
     

    Leão XIV teve o lobo inferior do pulmão direito removido durante uma cirurgia em 13 de outubro, quando o Vaticano divulgou que ele tinha um adenocarcinoma pulmonar, a forma mais comum de câncer de pulmão. O diagnóstico, que atingiu o papa mais jovem em décadas apenas pouco mais de um ano após ele assumir o cargo, causou surpresa e levantou questionamentos sobre os rumos de seu pontificado.

    Após percorrer a praça nesta quarta-feira, Leão XIV fez uma homilia em italiano. Na única mudança significativa em relação às ocasiões anteriores, ele fez breves saudações em outros sete idiomas, em vez de nove.

    Os médicos do papa afirmaram que a cirurgia foi concluída com sucesso e sem complicações. Eles ainda não divulgaram o tamanho do tumor nem se a doença se espalhou para os linfonodos próximos, fatores fundamentais para determinar o prognóstico.

    O Vaticano não forneceu informações sobre a agenda de Leão XIV para além desta quarta-feira.

    O papa tem uma viagem prevista ao Uruguai, à Argentina e ao Peru entre 6 e 17 de novembro, em uma das agendas internacionais mais intensas organizadas para um líder católico em décadas. Ainda não está claro, porém, se a viagem ocorrerá conforme o planejado.

    O cirurgião responsável pela operação afirmou que o papa poderá estar totalmente recuperado a tempo da viagem, mas o secretário de Estado do Vaticano indicou que Leão XIV talvez precise reduzir o ritmo de sua agenda para facilitar a recuperação.

     
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    O candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, protocolou nesta terça-feira (21) uma petição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) respondendo ao desafio lançado nesta semana pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Na petição, Flávio diz aceitar abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos 20 anos, além de dados de seus familiares citados e de empresas de sua propriedade. No entanto, como condição para fazer isso, impõe que o petista faça o mesmo, ampliando os objetos das quebras de sigilos.

    Na véspera, Lula havia protocolado um documento no TSE declarando "autorizar" a abertura de seus sigilos e de seus familiares, condicionando o ato à reciprocidade do adversário.

    Para a defesa de Flávio Bolsonaro, no entanto, a proposta inicial de Lula seria uma "promessa vazia" e uma "quebra para inglês ver", argumentando que eventuais irregularidades do adversário estariam ocultas em nomes de terceiros, laranjas e empresas, e não em suas contas diretas. 

    As condições impostas por Flávio para liberar sigilos 

    Na petição endereçada ao TSE, o senador condiciona o levantamento de dados a exigências que abrangem tanto o período em que Lula exerceu mandatos anteriores quanto a atual gestão federal. Entre as principais exigências feitas pela campanha de Flávio Bolsonaro estão:

    • Sigilos do passado e de assessores próximos: apresentação de termos de autorização de quebra de sigilo de assessores, como Marco Aurélio Santana Ribeiro, o "Marcola", ex-chefe de gabinete.
    • Empresas de familiares e sócios: abertura de contas e sigilos de empresas ligadas a familiares do presidente, incluindo sociedades do filho Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", negócios recentes no exterior, empresas de outros filhos, além do Instituto Lula e da empresa L.I.L.S. Palestras desde o ano de 2003.
    • Caso Master: divulgação integral de registros de visitantes no Palácio do Planalto e detalhes da reunião mantida entre Lula e Vorcaro em dezembro de 2024.
    • INSS: esclarecimentos sobre as relações do governo com a lobista Roberta Luchsinger, registros de suas entradas em palácios presidenciais e voos na Força Aérea Brasileira (FAB), e a quebra de sigilo do sindicalista Frei Chico, irmão de Lula.
    • Cartão corporativo: abertura de todos os gastos do cartão corporativo da Presidência da República desde janeiro de 2023, de agendas da primeira-dama, Janja, e registros sobre visitas de familiares e uso de helicópteros oficiais. 

    Na petição, Flávio Bolsonaro argumenta que "quem não deve, não recorta" e que o pedido feito por Lula, às vésperas do segundo turno, exige transparência total. Ele também critica o que classifica como um "factóide" da campanha do petista.

    O candidato do PL pede ainda que o TSE intime Lula a dizer se aceita as condições e, em caso negativo, que seja registrado no processo que o petista recusou a proposta.

    Flávio nega ser sócio de Tomaz em empresa 

    No documento enviado ao TSE, Flávio diz que não é sócio, administrador nem beneficiário da Alcazar Holdings, empresa do advogado e amigo do candidato do PL Willer Tomaz. Flávio diz que, por isso, não tem dados bancários e fiscais da empresa.

    Flávio Bolsonaro foi cadastrado como "usuário master" de uma conta bancária pertencente à referida empresa de Willer Tomaz, investigado por suspeita de lavagem de dinheiro.

     
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    Pesquisa eleitoral divulgada nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Veritá sobre as intenções de voto para a Presidência da República mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,7% dos votos válidos no 2º turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49,3%.

    Levando em consideração as intenções de voto totais (com os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos), Flávio tem 49,7%, enquanto Lula soma 48,2%.

    Veja:

    • Flávio Bolsonaro (PL): 49,7% (7.729 respostas)
    • Lula (PT): 48,2% (7.502 respostas)
    • Branco/Nulo: 1,4% (211 respostas)
    • Não sabe/Não respondeu (NS/NR): 0,7% (112 respostas)

    A pesquisa foi feita entre os dias 15 a 19 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

    O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06396/2026.

    Pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (21) sobre as intenções de voto para Presidência da República, mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,1% dos votos válidos no segundo turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,9%. O resultado aponta empate técnico entre os candidatos.

    Em votos totais, o senador do PL tem 48% das intenções de voto, contra 46% do presidente. O levantamento aponta que 3,4% dos eleitores votariam hoje em branco ou nulo. Os que não sabem são 2,6%. Este é o primeiro levantamento do instituto desde a ida dos eleitores às urnas para o primeiro turno.

    A pesquisa também mediu a possibilidade de voto em cada um dos candidatos. No caso de Flávio Bolsonaro, são 48,2% os que poderiam votar nele e 46,5% os que não votariam de jeito nenhum. Além disso, 4,1% dizem que “não sabem ainda” e 1,2% não o conhecem.

    Em relação ao presidente Lula, são 46,6% os que poderiam votar e 47,7% os que não votariam de jeito nenhum no petista. Outros 5,1% não sabem ainda e 0,6% não conhecem.

    Motivos

    O instituto também quis saber os motivos que levavam a cada uma das escolhas. No caso de Flávio Bolsonaro, 61,7% dizem que votariam no senador por serem a favor dele. Outros 31,2% apontaram que a escolha pelo candidato do PL seria por ele ser contra Lula. São 1,7% que não sabem.

    Em relação a Lula, os que apontam que a escolha foi por causa do candidato são 72,1%. Por outro lado, 23,6% escolheriam o petista por serem contra Flávio Bolsonaro. Os que não sabem são 4,3%.

    De acordo com o levantamento, 83,7% dos brasileiros já estão decididos sobre o voto, enquanto 16,3% ainda podem mudar.

    Metodologia

    A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas entre os dias 15 e 19 de outubro, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro do levantamento é de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

    O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-08251/2026.

    Avaliação e aprovação do governo Lula

    A pesquisa Meio/Ideia também mediu a imagem que a população tem do trabalho do presidente Lula. O levantamento mostra que são 48,2% os que desaprovam o governo, contra 46,4% que aprovam. Outros 5,4% não sabem.

    Com relação à avaliação de governo, os que consideram a gestão ótima são 11,7%. Para 20%, é boa. Os que avaliam o governo Lula como regular são 22,6%. A avaliação ruim é feita por 8,3%, enquanto 32,3% acham que a gestão é péssima. Os que não sabem são 5,1%.

    O instituto também questionou os brasileiros se eles acham que Lula merece continuar no poder. Os que avaliam que não são 48,5%, enquanto 46% acham que sim. São 5,5% os que não sabem.

     
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    Pesquisa divulgada pela Quaest, na manhã desta quarta-feira (21), sobre as intenções de voto totais para a Presidência da República no segundo turno das eleições deste ano mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 44%.

    Com esse resultado, os dois candidatos aparecem em empate técnico, dentro da margem de erro, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Além disso, 2% dos entrevistados disseram que estão indecisos e 9% responderam que preferem votar branco, nulo ou não comparecer às urnas.

    A pesquisa foi feita entre sábado (17) e terça-feira (20); por isso, abrangeu o período após o primeiro debate do segundo turno entre os dois candidatos à Presidência. O levantamento, com nível de confiança de 95%, teve participação de 2.154 eleitores de todo o país. A sondagem está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob o código BR-08535/2026.

    Na rodada anterior da pesquisa, divulgada na última quarta-feira (14), Flávio Bolsonaro estava com 1 ponto percentual acima do resultado mais recente, enquanto Lula se manteve com 44%. Apesar disso, a taxa de indecisos subiu de 1% para 2%, e a de quem declarou optar por branco, nulo ou pela ausência no dia da votação permaneceu em 9%.

     
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    Não deu para o Vasco. O Boca Juniors é o primeiro finalista da Copa Sul-Americana de 2026. Depois de perder em casa, na Bombonera, o time argentino venceu o Vasco no Maracanã, por 3 a 1, e virou no placar agregado. Di Lollo e Merentiel marcaram no primeiro tempo e abriram a vantagem. Puma Rodríguez colocou a equipe cruzmaltina no jogo, mas Paredes fez o terceiro com uma falha de Léo Jardim e classificou o Boca.

    O JOGO

    Com o Maracanã lotado de vascaínos, o Boca surpreendeu e abriu o placar logo no começo. Aos 3 minutos, Di Lollo ganhou de Sosa no alto e marcou de cabeça em cobrança de escanteio. O Vasco tentou responder, mas sem sucesso. Foi com erro de Saldivia que Villa recebeu a bola e acertou um lançamento para Merentiel. Cara a cara com Léo Jardim, mandou para o gol: 2 a 0.

     

    O Boca levou a vantagem para o intervalo. O Vasco voltou melhor e pressionou em busca de uma reação. A entrada de Puma Rodríguez mudou o time carioca, que empilhou chegadas na área até marcar. Foi com Puma que saiu o gol, em uma bela finalização no cruzamento de Cuiabano. Melhor no jogo, o Vasco não conseguiu empatar o jogo, e deu espaço para o Boca vencer. Paredes teve espaço na entrada da área e finalizou de longe com uma falha de Léo Jardim para fazer o terceiro aos 42 minutos. 3 a 1 para o Boca, o primeiro finalista da Sul-Americana.

     

    FALHA CRUCIAL

    O Vasco havia diminuído no jogo e empatado no placar agregado com o gol de Puma Rodríguez, aos 20 minutos do segundo tempo. Brenner, Bruno Duarte e Lescano chegaram na área e quase marcaram, mas o Vasco não conseguiu superar o Boca. Aos 42 minutos, Léo Jardim falhou feio em finalização de longe de Paredes e concedeu o terceiro gol. O Boca Juniors segurou a vantagem nos últimos minutos e ficou com a vaga.

    PRIMEIRO FINALISTA

    O Boca Juniors é o primeiro time a conquistar a vaga na final da Sul-Americana 2026. A outra vaga será definida nesta quarta-feira, às 19h (de Brasília), entre Montevideo City Torque e Atlético-MG. Na ida, o Galo venceu por 3 a 0 em casa. A final será em Barranquilla, no dia 22 de novembro. 

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    Na última terça-feira (20), durante entrevista em São Luís (MA), Lula antecipou que sancionaria a proposta nesta quarta-feira.

    A medida foi anunciada pela equipe econômica do governo a poucas semanas do segundo turno das eleições presidenciais e prevê benefícios econômicos como por exemplo, o perdão de dívidas com a União e o aumento do limite de faturamento anual dos microempreendedores.

    O que prevê o Prospera Mei? 

    O programa inclui uma série de medidas voltadas para disponibilizar recursos aos microempreendedores, incluindo: 

    • Perdão de dívidas de microempreendedores com a União;
    • Desconto de 90% sobre débitos com instituições bancárias;
    • Aumento gradual do teto de faturamento anual dos MEIs para R$ 140 mil até 2028;
    • Autorização para contratação de até dois funcionários por microempreendedor;
    • Plataforma para conectar pequenos negócios às compras públicas;
    • Incentivo financeiro de até R$ 5 mil para investimentos na estrutura dos pequenos negócios;
    • Fim da obrigatoriedade de emissão de nota fiscal nas vendas e prestações de serviços a pessoas físicas. 

    Segundo o governo federal, o Prospera MEI pode beneficiar mais de 17,6 milhões de microempreendedores individuais. Desse total, 7,8 milhões são mulheres.

    Impacto fiscal 

    O impacto fiscal estimado com a renúncia de receitas é de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029.

    Já o impacto com o perdão das dívidas é estimado em R$ 3 bilhões em 3 anos. Segundo o Ministério da Fazenda, o impacto será dividido da seguinte forma: 

    • 2027: R$ 1,1 bilhão;
    • 2028: R$ 1 bilhão;
    • 2029: R$ 909 milhões. 

    A lei contemplou também as dívidas ainda não inscritas na dívida da ativa da União que podem estar com o processo em tramitação. Isso poderia gerar impacto de até R$ 2 bilhões para além do já previsto.

    O projeto concedeu anistia integral aos MEIs inadimplentes. O projeto perdoa as dívidas contraídas pelos microempreendedores individuais até 13 de outubro de 2026.

     
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    O candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) se reuniu com cantores sertanejos na fazenda do senador Wilder Morais (PL), em Nerópolis, na Região Metropolitana de Goiânia. Entre os convidados presentes estavam Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo, Marrone (da dupla com Bruno), Rodolffo (dupla com Israel) e Giovani (da dupla com Gian).

    Os convidados se encontraram na Fazenda Toca da Orca, propriedade de Wilder. O encontro aconteceu a quatro dias do segundo turno das eleições de 2026. O cantor Gusttavo Lima também publicou um registro do encontro. Em vídeo, o cantor agradeceu a presença de Flávio.

    O vídeo foi compartilhado pelo deputado federal Major Vitor Hugo (PL) nas redes sociais. O empresário Leandro Batista da Nóbrega publicou um registro do Gusttavo Lima e Flávio Bolsonaro. Vários empresários e apoiadores se reuniram para ouvir Flávio.

    De acordo com vídeos e relatos compartilhados por convidados nas redes sociais, Flávio falou aos presentes ao lado de Wilder Morais em tom descontraído, em meio a demonstrações de apoio político dos participantes.

    Flávio Bolsonaro disputa o 2º turno das Eleições com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A votação está marcada para o próximo domingo (25).

    Ato em Goiás 

    Um ato em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) reuniu apoiadores na Avenida Ricardo Paranhos, em Goiânia, na manhã de domingo (18). A mobilização durou cerca de 1h30, entre 9h30 e 11h, e contou com caminhada e participação de carros ao longo da via.

    De acordo com os organizadores, cerca de 9 mil pessoas estiveram presentes. Durante o ato, representantes discursaram em cima de um trio elétrico.

     
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    O governo da Paraíba decretou, nesta terça-feira (20), a gratuidade do transporte rodoviário intermunicipal durante o segundo turno das Eleições 2026. O Decreto nº 48.963 foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE).

    A gratuidade vale para eleitores que precisem viajar entre municípios para votar ou retornar do local de votação. Para ter acesso ao benefício, é necessário apresentar o título de eleitor ou o e-Título, que permita comprovar a identidade e o local de votação.

    Assim como no primeiro turno, o decreto define o transporte gratuito para eleitores 24h antes e 24h depois do dia de votação. De acordo com o texto, o prazo do benefício começa às 0h do dia 24 de outubro e segue até as 23h59 do dia 26 de outubro.

    As despesas com o transporte serão custeadas com recursos do orçamento do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). A regra já entrou em vigor. 

     
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